MPF pede que voos panorâmicos de helicóptero no Rio se limitem a corredor aéreo sobre o mar
MPF pede que voos panorâmicos de helicóptero no Rio se limitem a corredor aéreo sobre o mar O Ministério Público Federal (MPF) pediu à Justiça Federal uma série de medidas para reorganizar a operação de helicópteros comerciais no Rio de Janeiro após uma sequência de acidentes registrados neste ano – tendo como estopim a queda de uma aeronave de turismo na região da Vista Chinesa, que matou quatro pessoas, no último sábado (8).
A principal medida proposta é que helicópteros destinados ao transporte remunerado de passageiros, incluindo voos panorâmicos, utilizem prioritariamente a Rota Especial de Helicópteros Praia (REH Praia), corredor aéreo já existente sobre o mar entre a Barra da Tijuca e o Arpoador.
Segundo o procurador da República Sergio Gardenghi Suiama, autor da ação, a intenção não é proibir passeios turísticos ou outras operações comerciais, mas afastar o tráfego rotineiro de áreas densamente povoadas.
"O objetivo não é proibir os voos panorâmicos, mas fazer com que sejam realizados da forma mais segura possível e longe dos centros urbanos e das áreas mais ocupadas", afirmou.
Em abril, helicóptero fez pouso forçado na Praia da Barra Reprodução/TV Globo De acordo com o procurador, a rota marítima mantém as aeronaves a cerca de 600 metros da faixa de areia e reduz a exposição de moradores aos riscos de acidentes.
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