segunda-feira, 24 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Brasil

Tecnologias desafiam saúde mental

Correio Braziliense ·
Tecnologias desafiam saúde mental

Em tempos em que as crianças e os adolescentes passam boa parte do dia em frente às telas, aumentou o número de escolas que incluíram os impactos dos estudantes nas discussões.

A pesquisa TIC Educação, realizada pelo Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação (Cetic.br) do Núcleo de Informação e Coordenação do Ponto BR (NIC.br), entidade ligada ao Comitê Gestor da Internet no Brasil (CGI.br), mostra que oito em cada 10 instituições definiram o tema como prioridade.

A proporção de instituições de Ensino Fundamental e Médio, públicas e privadas que discutiram o assunto em 2025, cresceu 18 pontos percentuais na comparação com 2024, passando de 62% para 80%.

Para o levantamento, foram realizadas entrevistas via telefone, com gestores de 2.404 escolas ( 1.555 escolas urbanas e 849 escolas rurais), entre agosto de 2025 a abril de 2026.

Também estão entre as prioridades as regras para uso de celulares pelos alunos nas dependências da escola (83%), sobre os impactos das tecnologias digitais na prática pedagógica dos professores (78%).

O levantamento aponta que 65% das escolas realizam projetos sobre educação digital, midiática e para a cidadania digital e 93% incentivam projetos paralelos: 98% por meio de conversas com os alunos durante as aulas e 43% distribuem cartilhas e panfletos para os alunos.

Porém, 34% das escolas não implementam iniciativas de educação digital, uma vez que 77% dos entrevistados alegam falta de materiais e recursos educacionais de apoio seja o principal obstáculo, além disso, 66% reclamam da baixa participação das famílias e dos responsáveis e 65% se queixam da qualidade dos computadores e das dificuldades de acesso à internet.

Especialistas Para Alexandre Barbosa, gerente do Cetic.br, a intensificação do debate sobre os impactos das tecnologias digitais no ambiente escolar reflete uma importante mobilização social e pedagógica, impulsionada pelas discussões que resultaram na aprovação do Estatuto Digital da Criança e do Adolescente, o ECA Digital, e pela adoção de novas normas voltadas à garantia de direitos no ambiente digital.

"Esse contexto contribui para ampliar o debate nas escolas, que consolidam espaços essenciais para a promoção e a garantia dos direitos de crianças e adolescentes".

Segundo Cheila Alves Dias, professora da Secretaria de Estado de Educação (SEEDF) e psicóloga, o principal desafio é compreender que a educação digital vai muito além de ensinar a utilizar equipamentos ou aplicativos.

"Quando família e escola caminham juntas, os resultados são muito mais consistentes.

Ler a notícia completa no Correio Braziliense ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.correiobraziliense.com.br — o conteúdo pertence a Correio Braziliense.

Mais de Correio Braziliense

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›