Como o 'Super El Niño' pode afetar economia global e fazer subir os preços de alimentos
Cientistas monitoram formação de 'Super El Niño' e alertam para impactos no Brasil O super El Niño que está se formando no Oceano Pacífico não deve trazer apenas mudanças no clima.
O fenômeno também pode provocar impactos na economia, com efeitos sobre a produção de alimentos, os preços e os gastos para recuperar áreas atingidas por eventos extremos.
Super El Niño pode intensificar chuvas, tempestades e enchentes no Brasil; entenda Anos de El Niño costumam ser marcados por escassez de alimentos e aumento de preços.
Isso acontece porque secas, enchentes e ondas de calor podem prejudicar plantações e provocar perdas na produção.
O impacto pode chegar ao consumidor.
Com uma oferta menor de determinados alimentos, os preços tendem a subir, aumentando a pressão sobre o custo de vida.
Secas e enchentes podem gerar prejuízos Os efeitos econômicos não ficam restritos ao campo.
Eventos extremos também podem destruir estradas, casas e outras estruturas, exigindo grandes investimentos para reconstrução.
Os prejuízos acumulados provocados por secas, enchentes e ondas de calor chegam à ordem de trilhões de dólares no mundo.
No Rio Grande do Sul, por exemplo, as chuvas de 2024 provocaram mais de 100 deslizamentos em um trecho de 20 quilômetros de estrada.
A reconstrução do local foi estimada em R$ 700 milhões, e, dois anos depois, a estrada ainda permanecia em obras.
Além do custo direto para reconstruir a infraestrutura, empresas e produtores também podem ter prejuízos com a interrupção de atividades e a perda de produção.
Pressão sobre a inflação A combinação de menor produção de alimentos e aumento dos gastos para reparar áreas destruídas pode pressionar a economia.
Quando eventos climáticos reduzem a oferta de alimentos, o efeito pode aparecer nos preços.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.