O que é o Ministério da Prosperidade, promessa de Flávio Bolsonaro se eleito?
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) pretende criar um Ministério da Prosperidade para concentrar programas sociais, qualificação profissional e incentivo ao empreendedorismo.
A proposta, anunciada após o primeiro turno, voltou a ser defendida pelo senador no debate com Luiz Inácio Lula da Silva (PT), realizado pela Band neste domingo (18).
A ideia é substituir a atual estrutura responsável pela assistência social por um ministério que também promova a inserção de beneficiários no mercado de trabalho e facilite o acesso ao crédito.
Segundo o candidato, o Bolsa Família seria mantido, mas integrado a iniciativas de geração de renda.
A promessa foi apresentada em 9 de outubro e não aparece com esse nome no programa de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
A campanha ainda não informou quanto custaria a nova estrutura nem quais programas seriam transferidos para a pasta.
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O objetivo seria reunir transferência de renda, cursos profissionalizantes, financiamento de pequenos negócios e programas de acesso à moradia.
Parte dessas propostas já consta do plano de governo apresentado por Flávio em agosto.
O documento prevê transformar a Caixa Econômica Federal em um “Banco da Prosperidade”, ampliando a oferta de crédito, orientação financeira e apoio a empreendedores.
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A campanha, porém, ainda não detalhou as condições dos empréstimos, as taxas de juros ou o volume de recursos destinado ao programa.
O que muda no Bolsa Família? Flávio afirma que pretende preservar o Bolsa Família e facilitar a entrada de beneficiários no mercado formal de trabalho.
Seu plano prevê permitir que famílias continuem recebendo o benefício por até dois anos após conseguirem emprego, além de simplificar o retorno ao programa em caso de desemprego.
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