Porto brasileiro planeja R$ 24 bilhões em investimentos para receber uma nova fábrica e ampliar as exportações
O investimento promete ampliar a capacidade de uma operação estratégica
Whastapp Facebook Linkedin Twitter COMPARTILHAR O Porto de Rio Grande , no litoral sul gaúcho, está no centro de um plano de R$ 24 bilhões que reúne fábrica, hidrovias e terminais. A estrutura foi desenhada para ampliar a saída de celulose do Rio Grande do Sul pelo mercado externo.
É o Porto de Rio Grande, na saída da Lagoa dos Patos para o Oceano Atlântico. A nova fábrica, porém, está planejada para Barra do Ribeiro , a cerca de 60 quilômetros de Porto Alegre.
O panorama do Porto de Rio Grande ajuda a situar o complexo que receberá a etapa marítima da nova rota.
O valor se refere ao conjunto do Projeto Natureza , da CMPC , e não apenas ao terminal portuário. O plano reúne unidade industrial, plantio, transporte e estruturas de exportação.
A apresentação oficial do Projeto Natureza prevê capacidade de 2,5 milhões de toneladas de celulose por ano .
A localização perto do Guaíba permite organizar grande parte do transporte pela água. A produção sai da fábrica, chega a um terminal interior e segue pela Lagoa dos Patos até Rio Grande.
Os componentes avançam em ritmos diferentes. O contrato de adesão do terminal privado de Rio Grande foi assinado em 7 de janeiro de 2026 , enquanto a fábrica ainda depende do processo ambiental e das decisões finais de investimento.
A apresentação federal da estrutura de exportação detalha as capacidades previstas.
A parte logística foi pensada para reduzir a dependência de longos deslocamentos rodoviários entre a futura fábrica e o terminal marítimo. A hidrovia permite levar grandes lotes por barcaças pela Lagoa dos Patos até Rio Grande. Esse fluxo já faz parte da lógica industrial da companhia no estado e seria ampliado caso a nova unidade avance até a operação comercial.
As projeções ligadas ao empreendimento alcançam dezenas de municípios e milhares de postos de trabalho durante a implantação. Os números dependem da construção e da entrada efetiva da fábrica em operação.
A audiência pública do pedido de licença prévia ocorreu em 29 de janeiro de 2026 , conforme a agenda oficial das audiências ambientais . A fábrica nasce longe do mar, mas o destino de sua produção começa no porto.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em oantagonista.com.br — o conteúdo pertence a O Antagonista.