Golfinho persegue peixe, faz ele vomitar, depois come o vômito; veja vídeo
Aí vai uma notícia legal para acompanhar o seu jantar.
Na costa da Austrália, um golfinho foi flagrado usando uma técnica inédita para conseguir comida.
Ele encontra um peixe, aterroriza o bicho ao ponto dele vomitar e, logo em seguida, come o vômito.
Os vídeos dessa nojeira acabam de ser divulgados no periódico Ecology and Evolution .
Como descreve o estudo, esse é um dos primeiros casos bem documentados em que o cleptoparasitismo – o ato de roubar a comida de outro animal – é observado entre cetáceos (o grupo dos golfinhos, baleias, belugas e toninhas).
Confira o vídeo: Continua após a publicidade https://super.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/09/20260922_golfinho_comendo_vomito_de_peixe.mp4 Os primeiros relatos desse especialíssimo hábito alimentar chegaram aos ouvidos dos pesquisadores em 2017.
Entre as faixas de corais da ilha de Lady Elliot, na Grande Barreira de Coral australiana, um golfinho-roaz macho apelidado de Bubbles (“bolhas”) havia sido gravado perseguindo alguns xaréus-olhudos ( Caranx sexfasciatus ) – algo que, segundo relatos, ele costumava fazer com alguma frequência.
Continua após a publicidade Os pesquisadores, então, decidiram olhar a situação mais de perto.
Entre junho de 2021 e outubro de 2025, a equipe de biólogos marinhos apontou câmeras GoPro em direção ao golfinho para documentar a maneira como ele se alimentava.
Posteriormente, outros vídeos deixaram mais claro o que aquele golfinho realmente estava fazendo com os peixes assustados.
O itinerário é sempre o mesmo: o animal se aproxima de um cardume, analisa o conjunto e escolhe algum peixe específico para ser o alvo da vez.
Feita a seleção, o golfinho nada atrás da sua vítima até fazer ela cuspir para fora tudo que tinha na barriga.
Por fim, ele rapidamente abocanhada a comida regurgitada, e sai nadando para longe.
Continua após a publicidade Durante as observações, o golfinho repetiu esse processo com alguma insistência.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.