André Ribeiro assume comando da Intel Brasil e aposta ficha na próxima onda da IA
Há vinte anos, quando André Ribeiro começou a carreira na Intel como executivo de contas, a inteligência artificial (IA) agêntica não passava de ficção científica distante.
A empresa vendia processadores, o cliente comprava computadores, e a conversa raramente saía do departamento de TI.
Duas décadas depois, e uma maratona de reuniões com bancos, teles, fabricantes e o setor público depois, Ribeiro assume o comando da Intel no Brasil quando a companhia, e o mercado como um todo, busca decifrar o que vem depois do hype.
A missão não é pequena, nem solitária.
Além do Brasil, ele segue à frente da área de Enterprise e Governo para toda a América Latina, cargo que já ocupava.
“Agora é um complemento à minha atividade”, resume, em entrevista ao IT Forum .
Sua meta, diz, é “aterrissar a estratégia da Intel no Brasil”, conta.
Não se trata de mudar de rota, e sim de fazer a companhia pôr os pés no chão de clientes, parceiros e desenvolvedores locais.
Para explicar o momento atual do mercado em todno da IA, Ribeiro gosta de contar a história recente da IA em três atos.
Primeiro vieram os modelos de linguagem, os LLMs; depois, a fase generativa, em que as empresas aprenderam a pedir e receber textos, imagens, vídeos e apresentações a partir de um prompt.
Agora, diz, o mercado entrou no terceiro ato, mais complexo e mais caro, o dos agentes autônomos, capazes de executar tarefas sozinhos.
É nesse ponto que o executivo identifica o desafio que, na sua leitura, ainda passa despercebido: a corrida por segurança, escalabilidade e, sobretudo, retorno sobre o investimento.
“A IA de fato traz um grau de complexidade maior para as empresas”, reconhece.
Há também um efeito colateral pouco discutido nas rodas de CEOs.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em itforum.com.br — o conteúdo pertence a IT Forum.