Arnaldo: Atitude de reservas do São Paulo tem que ser diferente
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× O São Paulo precisa ver uma "atitude diferente" de quem sai do banco de reservas, sobretudo do meio para a frente, avaliou o colunista Arnaldo Ribeiro na Live do São Paulo , do Canal UOL.
Ao comentar a baixa produção de meias e atacantes reservas, Arnaldo disse que o time até consegue rodar peças do meio para trás sem grande queda, mas "desespera" quando troca nomes no setor ofensivo.
Do meio para a frente é um desespero. Farei um apelo aqui nessa live para Victor Sá, que se arrebentou no treino de hoje, Ferreirinha, André Silva, Cauly e para os moleques da base também: quando tiverem oportunidade do meio para frente, aproveitem a chance. Façam qualquer coisa. Porque quando o São Paulo troca do meio para frente, nenhum ser humano produz nada. Arnaldo Ribeiro
Na sequência do debate, Gabriel Sá disse que acompanhou o treino na Barra Funda e apontou Gustavo Santana como um nome que foi bem na atividade e em jogos-treino, mas reconheceu que o time ainda não tem um "fato novo" claro para mudar partidas.
Quando precisa olhar para o banco de reservas, não há um fato novo, um cara que você fala: 'esse vai entrar e tentar resolver o jogo'. Gabriel Sá
Renan Teixeira também cobrou mais testes e disse que o São Paulo repete substituições sem retorno, o que, na visão dele, pode desmotivar quem treina bem e quase não recebe minutos em cenário favorável, como um jogo controlado em casa.
Sempre entram os mesmos, sem produzir nada. Não chegou a hora de tentar o tal do 'fato novo' aí? Renan Teixeira
Arnaldo afirmou que, para ganhar novas chances, quem entra precisa "dar um sinal em campo" e explicou que não fala de lance plástico, mas de postura, combate e participação no jogo, independentemente do placar no momento da substituição.
O diferente para mim não é pegar a bola, dar um rolinho, fazer um gol de bicicleta. É uma atitude diferente. Treino é treino, jogo é jogo. Se o cara não dá um sinal em um jogo... Eu quero só um sinal. Arnaldo Ribeiro
Na avaliação do colunista, o problema pesa para o restante da temporada porque o time não consegue sustentar titulares por "cem minutos" em sequência. "O São Paulo precisa do banco", disse ele, ao defender mais entrega e simplicidade de quem entra.
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