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Moderna (MRNA) dispara 134% após resultado positivo de vacina contra câncer

Suno Notícias ·
Moderna (MRNA) dispara 134% após resultado positivo de vacina contra câncer

Moderna (MRNA) dispara 134% após resultado positivo de vacina contra câncer As ações da Moderna (MRNA) estão disparando cerca de 134% na Nasdaq na manhã desta quarta-feira (19), negociadas a US$ 147,25, após a companhia anunciar resultados positivos de Fase 3 para sua vacina contra câncer desenvolvida em parceria com a Merck (MRK).

O movimento representa uma das maiores altas intradiárias da história da empresa.

A forte alta das ações da Moderna ocorre após o anúncio dos resultados do estudo INTerpath-001, que avaliou o intismeran autogene, uma vacina contra câncer individualizada baseada em tecnologia mRNA, em combinação com o Keytruda, que é um imunoterápico desenvolvido pela Merck.

O ensaio envolveu 1.137 pacientes com melanoma cutâneo de alto risco, um tipo agressivo de cancêr de pele, que haviam passado por cirurgia de ressecção completa do tumor.

O tratamento combinado mostrou melhorias estatisticamente significativas e clinicamente relevantes tanto na sobrevida livre de recorrência (RFS) quanto na sobrevida livre de metástase a distância (DMFS), em comparação ao Keytruda isolado.

É a primeira vez que uma terapia oncológica baseada em mRNA demonstra benefício clínico em um ensaio de Fase 3, o que explica a dimensão da reação do mercado.

Como funciona a vacina contra câncer O intismeran não é uma vacina preventiva convencional.

Ela é produzida sob medida para cada paciente a partir do sequenciamento genético do tumor removido cirurgicamente.

O processo parte da identificação de até 34 neoantigênios, que são mutações específicas daquele tumor, presentes apenas nas células cancerosas daquele paciente.

Uma molécula de mRNA é então sintetizada para codificar esses alvos e administrada ao paciente, ensinando o sistema imunológico a reconhecer e atacar células que carregam essas mutações.

O Keytruda atua de forma complementar: bloqueia a proteína PD-1, que os tumores usam para escapar da vigilância imunológica.

A combinação une os dois mecanismos, um aponta o alvo específico e o outro remove o freio da resposta imune.

Os participantes receberam até nove doses da vacina personalizada junto ao Keytruda ao longo de aproximadamente um ano.

O perfil de segurança foi consistente com o de cada agente isolado, sem novos sinais identificados.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.suno.com.br — o conteúdo pertence a Suno Notícias.

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