Bolsa até o 1º turno: 6 gatilhos que podem mexer com o mercado
Com o pregão desta sexta-feira (18) caminhando para o fechamento, começa uma contagem regressiva curta para a Bolsa brasileira.
Depois de hoje, restarão 10 pregões até 2 de outubro , última sessão antes do primeiro turno das eleições, marcado para domingo, 4 de outubro.
A Super Quarta ficou para trás, mas deixou uma nova configuração para o mercado: juros americanos mais altos, Selic em queda e um diferencial menor entre Brasil e Estados Unidos.
É a partir desse ponto que os próximos pregões passam a ser lidos, sobretudo pelos efeitos sobre a curva de juros, o câmbio e o apetite do investidor estrangeiro.
Até as urnas, a agenda combina dados de inflação e emprego, números fiscais, petróleo, fluxo estrangeiro e novas pesquisas eleitorais.
Mais do que cada evento isolado, o mercado deve reagir ao quanto essas informações alterarem as expectativas para juros, risco e cenário eleitoral nessa reta final.
Para as ações, os efeitos também podem variar.
Blue chips, bancos e empresas ligadas ao consumo respondem de maneiras diferentes à economia doméstica, às commodities, ao dólar e à curva de juros.
Veja os principais pontos que o investidor deve acompanhar até o primeiro turno: 1.
Fed decidiu, mas os juros dos EUA continuam no jogo A decisão do Fed ficou para trás.
Agora, a atenção se volta aos dados capazes de reforçar ou reduzir a expectativa de novos aumentos dos juros americanos.
Para André Moraes, analista, fundador e CEO da Trade ao Vivo e chairman da BFR Investimentos, esse é um dos principais pontos a acompanhar depois da Super Quarta.
Na avaliação dele, o Fed adotou um tom duro ao comunicar a decisão, mantendo no radar a possibilidade de novas altas.
A reta final antes das eleições brasileiras terá dois testes importantes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.