Líder religioso de Bashar al-Assad é condenado a prisão perpétua na Síria
Quem é o Bashar al-Assad, condenado pela Síria à pena de morte A Justiça da Síria condenou à prisão perpétua o ex-grande mufti Ahmed Badreddin Hassoun, líder religoso que exerceu suas funções durante o governo de Bashar al-Assad, nesta segunda-feira (24).
Hassoun, que ocupou o cargo durante 16 anos, era conhecido por sua proximidade com o presidente deposto e por suas frequentes aparições ao lado dele em cerimônias e atos religiosos.
Ele recebeu a pena por "estimular a guerra civil e os confrontos confessionais".
Além disso, também foi condenado a outras penas de prisão, com penas entre três e 20 anos, por "incitação intencional ao assassinato, participação direta" em assassinatos e por ter estimulado o "ódio confessional e racial".
Além disso, ele foi condenado a outras penas de prisão, de entre três e 20 anos, por "incitação intencional ao assassinato, participação direta" em assassinatos e por ter estimulado o "ódio confessional e racial".
Um tribunal da Síria condenou à morte nesta terça-feira (18) Wassim al-Assad, primo do ex-ditador Bashar al-Assad, que se tornou o 4º membro da família a receber a pena de morte desde a queda do regime. ✅ Siga o canal de notícias internacionais do g1 no WhatsApp Wassim foi considerado culpado por vários assassinatos e por “assassinato acompanhado de tortura e brutalidade, classificados como crimes contra a humanidade e crimes de guerra”, o que levou à sua pena de morte, segundo o juiz Fakhr al-Din al-Aryan, do Quarto Tribunal Penal de Damasco.
A sentença foi dada apenas uma semana após o mesmo tribunal ter condenado à morte Bashar e outros dois familiares, seu irmão, Maher al-Assad, e outro primo, Atef Najib (leia mais abaixo).
Suas sentenças tiveram justificativa similar à de Wassim: crimes contra a humanidade e crimes de guerra durante os 14 anos de guerra civil na Síria, que deixou cerca de 500 mil mortos.
Essas foram as decisões judiciais mais relevantes tomadas pela Justiça da Síria desde a queda do regime de Bashar al-Assad, que governou a Síria durante 24 anos.
O governo de Ahmed al-Sharaa busca reparar os danos causados pela ditadura.
Atef Najib, primo de Bashar al-Assad e ex-chefe do Departamento de Segurança Política de Daraa, aparece em jaula durante julgamento no Palácio da Justiça, em Damasco, na Síria.
Foto de 26 de abril de 2026.
AP Photo/Ghaith Alsayed/Arquivo Dos quatro membros da família Assad condenados à morte até o momento, apenas Najib e Wassim estão presos pela Síria.
Bashar al-Assad e seu irmão estão exilados na Rússia desde dezembro de 2024, quando fugiram de uma investida-relâmpago do grupo rebelde HTS na capital Damasco.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Mundo.