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Polícia Civil mira esquema de adulteração de taxímetros que cobrava até 50% a mais de passageiros no Galeão

G1 Rio de Janeiro ·
Polícia Civil mira esquema de adulteração de taxímetros que cobrava até 50% a mais de passageiros no Galeão

Polícia Civil mira esquema de adulteração de taxímetros no Galeão A Polícia Civil iniciou, nesta quinta-feira (8), uma operação contra um esquema de adulteração de taxímetros que, segundo as investigações, cobrava valores acima do devido de passageiros que embarcavam no Aeroporto Internacional do Galeão, na Zona Norte do Rio.

Em um dos casos, o passageiro pagou 50% a mais pela corrida.

Até o momento, 33 pessoas foram conduzidas para delegacias para prestar depoimento: 18 “jóqueis”, como são conhecidos os captadores de passageiros, e 15 taxistas, que estavam com equipamentos considerados suspeitos.

Veículos, celulares e documentos também foram apreendidos.

Agentes da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial (DRCPIM), da Delegacia de Atendimento Policial do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro (Dairj) e da Delegacia Especial de Apoio ao Turismo (Deat) saíram para cumprir mandados de busca e apreensão em imóveis nos bairros do Rocha e da Piedade, na Zona Norte da cidade, além do Centro do Rio e do próprio terminal aeroportuário. ✅Clique aqui para seguir o canal do g1 RJ no WhatsApp Investigação aponta que fraude era feita por meio de dispositivo eletrônico escondido nos veículos.

Agentes cumprem mandados em endereços ligados a empresa de locação de táxis e a uma oficina na capital.

Denúncia Polícia Civil mira esquema de adulteração de taxímetros no Galeão Reprodução/ TV Globo De acordo com a Polícia Civil, a fraude foi descoberta após a denúncia de um passageiro que havia acabado de desembarcar no Galeão.

Segundo o relato, ele foi abordado por um homem que se apresentou como ligado ao serviço de táxi e o conduziu até um veículo.

Durante o trajeto, o passageiro percebeu um aumento repentino no valor indicado no taxímetro e, ao final da corrida, pagou cerca de 50% a mais do que a tarifa regular.

O carro utilizado na viagem foi localizado e passou por perícia.

Exames realizados pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) identificaram uma pequena placa eletrônica conectada ao taxímetro.

Segundo os peritos, o equipamento era capaz de multiplicar os pulsos enviados pelo sensor do automóvel, elevando artificialmente o valor da corrida.

Ainda de acordo com a investigação, o dispositivo ficava escondido atrás de um botão do porta-malas e podia ser acionado discretamente pelo motorista.

A ativação acrescentava cerca de 20% ao valor registrado pelo taxímetro.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Rio de Janeiro.

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