Livro de contos carrega referências a cinema e ecos de Clarice Lispector
O livro de contos, “Aqueles de quem se fala”, através do intertextual, nos comove com uma escrita ao mesmo tempo mimética e sensorial.
Contos, cujo contextos parecem familiar ao leitor, referências ao cinema, ecos de Clarice Lispector, enfim, quando a angústia acomoda o peito amordaçado.
Tive um enorme prazer em ler e escrever sobre o livro de contos, “Aqueles de quem se fala”, da escritora Lúcia Pouchain.
Segue uma resenha da obra aos leitores da Fórum .
Capa do livro – Foto: Reprodução “Eu só posso ler o próximo se já tiver leitura do que li antes.
A natureza humana parece repetir as consequências dos seus passos passados.
Um homem obriga a leitura.
Não se obriga ninguém a ler nada.
O livro deve ser um encaixe perfeito do que sou composto de minhas obras, tanto físicas, quanto intelectuais.
No livro de contos, “Aqueles de quem se fala”, da escritora Lúcia Pouchain, editora Reformatório, temos contos cujo intertexto parece familiar ao leitor.
Referências ao cinema, com doses de suspense, ecos de Clarice, quando a angústia acomoda o peito amordaçado.
Homens diluídos em fraquezas, em miudezas, ataques de fúria, desassossego feminino ao fechar a porta para a violência masculina.
A escrita será mimética, sublimando cada gesto, cada palavra soada – ajuda.
Contos cuja elegância beira o sublime viajando pelas folhas perenes, em outros outonos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.