Irmãos Batista dizem que aquisição da Avibras é 'oportunidade' de entrar nos setores de defesa e aeroespacial; saiba o que diz processo ao Cade
Empresa acerta compra da Avibras; Operação depende do Cade A empresa Globe Investimentos S.A., dos irmãos Joesley e Wesley Batista, afirmou ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) que a aquisição da Avibras representa uma oportunidade para o grupo entrar nos setores de defesa nacional e aeroespacial.
A informação consta no formulário apresentado ao órgão para análise da operação.
Os irmãos já atuam em áreas como alimentos, energia, mineração e serviços financeiros, e disseram ao Cade que veem o negócio como uma forma de ampliar a atuação para um novo segmento.
O documento que o g1 teve acesso também informa que a indústria bélica não teve faturamento em 2025.
O período foi marcado pela crise financeira, pela recuperação judicial e por uma greve de funcionários que durou mais de três anos. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 Vale do Paraíba e região no WhatsApp A operação foi anunciada nesta sexta-feira (21) e consiste na aquisição, pela Globe Investimentos, empresa ligada aos irmãos Batista, de 100% das ações da Nova AVB, controladora da Avibras Aeroco.
O processo está em análise no Cade e a transferência de controle ainda não foi concluída.
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O negócio consiste na aquisição da integralidade das ações que representam o capital social da Avibras e, por isso, é enquadrado formalmente como uma aquisição de controle.
Avibras, em Jacareí.
Reprodução/TV Vanguarda No documento, a Globe afirma que a operação representa uma oportunidade de ingressar nos setores de defesa nacional e aeroespacial.
A empresa também afirma que a aquisição deve contribuir para a reestruturação e o fortalecimento dessas atividades no Brasil.
A informação ajuda a detalhar a estratégia por trás da compra.
Nos anúncios feitos anteriormente, a empresa havia informado que o negócio busca dar sustentação à retomada das operações da Avibras, preservar sua capacidade tecnológica e industrial e criar condições para o crescimento da companhia nos mercados brasileiro e internacional.
Outro dado que aparece no processo é que a indústria bélica não teve qualquer faturamento em 2025.
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