Crusoé: Caneta emagrecedora desmonta farsa da fome de Lula
Há mais obesos que famélicos no Brasil. Seja como for, o presidente precisa sempre inventar uma necessidade para justificar a compra de votos
Desde que assumiu seu terceiro mandato, no início de 2023, Lula trata o Brasil como um país de famélicos que precisam da intervenção estatal para sobreviver.
“ Foi com tristeza que, ao voltar ao governo, encontrei um país com 33 milhões de pessoas famintas “, afirmou Lula.
O dado dos 33 milhões de famintos não tinha qualquer lastro. Era da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional, Pensann, uma organização com claro viés político que fazia oposição ao governo de Jair Bolsonaro.
Um relatório da ONU, contudo, falava em 8,4 milhões de pessoas com fome no país entre 2021 e 2023. O número anterior era de 9 milhões entre 2020 e 2022, sinalizando uma queda já durante o governo de Jair Bolsonaro.
Um dado do Banco Mundial da mesma época falava em 4 milhões de pessoas na extrema pobreza no Brasil.
Mas Lula precisava inflar os números para justificar a compra de votos com programas assistencialistas, como o Bolsa Família.
“ Era bonito a gente viajar o mundo e falar: no Brasil tem 30 milhões de crianças de rua. No Brasil tem…, a gente nem sabia… Tem nem sei quantos milhões de abortos.’ Era tudo clandestino, mas a gente ia citando números, sabe. Se um cara perguntasse a fonte, a gente não tinha, mas tinha que dizer números ”, disse Lula em 2014.
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