sexta-feira, 9 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Mobilização pró-Lula cresce nas ruas e redes antes de reação da campanha› PL resiste à reeleição de Motta, que articula reação com Centrão e esquerda› Imprensa francesa repercute estratégias de Lula e Flávio na reta final da campanha no Brasil› Signos: confira seu horóscopo desta sexta-feira (09)› Primeira execução militar por fuzilamento desde 1945 será transmitida ao vivo nos EUA› Nobel da Paz premia Navanethem Pillay› Jurista sul-africana Navi Pillay ganha o prêmio Nobel da Paz 2026› Simepar prevê chuva e máxima de 30°C em Apucarana nesta sexta (09)› Flávio planeja intensificar agendas de rua após semana dedicada a negociar apoios no segundo turno› 'Parte de quem sou': Adotados em Israel votam como brasileiros pela 1ª vez› Mobilização pró-Lula cresce nas ruas e redes antes de reação da campanha› PL resiste à reeleição de Motta, que articula reação com Centrão e esquerda› Imprensa francesa repercute estratégias de Lula e Flávio na reta final da campanha no Brasil› Signos: confira seu horóscopo desta sexta-feira (09)› Primeira execução militar por fuzilamento desde 1945 será transmitida ao vivo nos EUA› Nobel da Paz premia Navanethem Pillay› Jurista sul-africana Navi Pillay ganha o prêmio Nobel da Paz 2026› Simepar prevê chuva e máxima de 30°C em Apucarana nesta sexta (09)› Flávio planeja intensificar agendas de rua após semana dedicada a negociar apoios no segundo turno› 'Parte de quem sou': Adotados em Israel votam como brasileiros pela 1ª vez
Ciência

Cientistas fabricam os primeiros vírus biológicos criados por IA

Superinteressante ·
Cientistas fabricam os primeiros vírus biológicos criados por IA

Biólogos da Universidade Stanford, nos EUA, produziram em laboratório os primeiros vírus cujo código genético foi escrito por duas inteligências artificiais .

Eles usaram como base um vírus natural chamado Phi X 174 – que foi descoberto em 1935 e é um bacteriófago, ou seja, mata bactérias.

O DNA desse vírus, composto por 11 genes, foi analisado e processado por duas IAs, batizadas de Evo-1 e Evo-2, criadas pelos pesquisadores de Stanford e treinadas com o genoma de 2 milhões de vírus.

Esses algoritmos geraram milhares de variações do Phi X 174.

Cerca de 300 delas foram sintetizadas em laboratório pelos cientistas.

16 sobreviveram, conseguiram se replicar – e demonstraram a capacidade de matar bactérias.

Eles foram testados contra cepas resistentes da Continua após a publicidade Escherichia coli , uma bactéria que vive no sistema digestivo humano e normalmente não causa problemas – mas, em alguns casos, pode se tornar patogênica e desencadear infecções graves.

Além de matar a E. coli , os vírus criados por IA também conseguiram evitar que ela desenvolvesse resistência – bastou usar mais de um vírus sintético ao mesmo tempo.

Processo de criação de vírus bacteriófagos gerados por IA.

Universidade Stanford/Reprodução Os vírus sintéticos podem ser uma solução para as infecções super resistentes, que vêm se tornando mais comuns.

Ler a notícia completa no Superinteressante ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em super.abril.com.br — o conteúdo pertence a Superinteressante.

Mais de Superinteressante

Ver tudo ›

Mais em Ciência

Ver tudo ›