BB quer escalar seus agentes de IA; rural é o próximo foco
O Banco do Brasil (BB) quer usar o conhecimento obtido com a construção do seu agente de inteligência artificial para operações de câmbio, o Bonde.
De acordo com Diego Quadros, gerente executivo de IA analytics da instituição, a ideia é avançar e escalar para o desenvolvimento de mais agentes.
Ou seja, uma esteira multiagêntica.
Durante o segundo dia do Super Bots Experience 2026 nesta quarta-feira, 19, evento promovido por Mobile Time, o executivo explicou que o próximo passo é seguir para um agente que agilize o acesso de produtores ao crédito rural.
A ideia é um novo processo agêntico de validação de documentos para a área rural, devido à lentidão em alguns processos.
Quadros relatou que em alguns casos, a liberação de crédito demora até 30 dias.
Para reduzir a morosidade na esteira de crédito rural, o banco considera inclusive combinar validação de documentos, visão computacional e imagens de satélite.
Atualmente, o Bonde tem acurácia de 80% e reduziu em 90% o tempo de operações de câmbio .
O trabalho que levava 40 minutos agora é feito em 4 minutos.
O custo operacional do agente é baixo, R$ 18 mil por mês.
Imagem principal: Diego Quadros, gerente executivo de IA analytics do BB (crédito: Galeria Marcos Mesquita/Mobile Time)
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