Eleições 2026: quem são os candidatos ao governo de Goiás?
Eleições em Goiás: Vilela, apoiado por Caiado, lidera pesquisas de intenção de voto (Divulgação)
As eleições gerais de 2026 estão marcadas para o mês de outubro. Neste ano, os eleitores goianos e de todo o Brasil irão às urnas para escolher o próximo presidente da República, governadores, senadores , deputados federais e deputados estaduais.
No estado de Goiás, a corrida pelo Palácio das Esmeraldas já movimenta o cenário político, com seis nomes registrados para a disputa.
Os planos de governo oficiais de cada candidato são registrados e disponibilizados para o público no sistema DivulgaCandContas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) .
Ronaldo Caiado é uma das figuras políticas de maior influência em Goiás e com papel decisivo nas eleições estaduais. O nome que conta com o seu apoio irrestrito para a sucessão no Palácio das Esmeraldas é Daniel Vilela (MDB) .
A parceria entre os dois foi consolidada nas eleições anteriore s, quando Vilela integrou a chapa como vice-governador. O apoio de Caiado garante a Daniel Vilela a estrutura da atual máquina pública e a força política de prefeitos e lideranças do interior do estado.
A disputa pelo Governo de Goiás ainda está em fase de pré-campanha, mas os levantamentos de intenção de voto já indicam uma liderança no cenário estadual. A pesquisa Genial/Quaest, divulgada em 30 de julho de 2026, aponta Daniel Vilela (MDB) na liderança, com 37% das intenções de voto no cenário estimulado de primeiro turno.
Na sequência aparecem Marconi Perillo (PSDB), com 21% , e Wilder Morais (PL), com 11% . Luís César Bueno (PT) registra 3%, enquanto Cíntia Dias (PSOL) aparece com 1%.
O resultado confirma a vantagem de Vilela observada em outros levantamentos recentes. Em julho, a Paraná Pesquisas havia registrado 44,4% para Vilela, contra 25,4% de Perillo e 11,5% de Wilder Morais; já a Real Time Big Data apontou 43%, 26% e 16%, respectivamente.
As diferenças entre os institutos mostram que os percentuais variam conforme metodologia, período de entrevistas e composição dos cenários.
Como o cenário eleitoral ainda pode sofrer alterações até o primeiro turno, é importante considerar data de realização, margem de erro, número de entrevistados e registro no TSE ao comparar pesquisas. A pesquisa Genial/Quaest mais recente deve ser lida dentro desse contexto, sem tratar os percentuais como uma previsão do resultado eleitoral.
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