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Paris Hilton vai de it girl a defensora dos direitos humanos

Metrópoles ·
Paris Hilton vai de it girl a defensora dos direitos humanos

No fim da década de 1990 e início dos anos 2000, celebridades, música, cinema e moda pareciam falar a mesma língua : roupas justas e coloridas, muito brilho, logomania e uma cultura de celebridades alimentada por revistas, paparazzi e programas de televisão.

Foi nesse cenário que Paris Hilton surgiu como uma das maiores it girls de sua geração.

Mais de duas décadas depois, aos 45 anos, ela continua revisitando a estética que ajudou a popularizar, mas também usa sua influência para lutar por causas relacionadas aos direitos de mulheres, jovens e crianças .

Vem saber mais! Empresária tem 45 anos e é ativa na luta por direitos sociais Luta por direitos Nesta semana, a artista voltou a ser notícia não por alguma roupa ou joia que usou, mas por uma causa nobre: ela se uniu à deputada norte-americana Alexandria Ocasio-Cortez (AOC) para defender o Defiance Act , projeto de lei que busca ampliar a proteção às vítimas de deepfakes sexualmente explícitos criados sem consentimento .

Se aprovada, a proposta permitirá que as vítimas processem os responsáveis pela criação e distribuição desse tipo de conteúdo.

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No auge da fama, na década de 2000, a empresária teve um vídeo íntimo divulgado sem seu consentimento.

Em entrevista ao The Times, ela revelou que cerca de 100 mil deepfakes sexualmente explícitos envolvendo sua imagem já foram identificados na internet.

Agora, diante dos avanços da inteligência artificial, Paris trabalha para alertar a população sobre uma nova forma de violência sexual: a digital — que atinge principalmente mulheres e meninas .

Ao lado da jornalista Laurie Segall, Hilton produziu uma série documental que expõe a realidade dos deepfakes explícitos gerados por IA.

Ver essa foto no Instagram Um post compartilhado por Paris Hilton (@parishilton) Ainda, ela destaca que uma em cada oito adolescentes afirma conhecer alguém que foi alvo de pornografia com deepfakes .

“Esse problema está crescendo rapidamente… e pode acontecer com qualquer pessoa”, aponta Hilton.

“Nenhuma mulher ou menina deveria ter que viver com o medo de ter sua identidade digital usurpada, de ser explorada ou violada por IA e deepfakes explícitos sem consentimento.

É por isso que essa luta é tão pessoal para mim”, escreveu em uma publicação no Instagram.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.

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