Lavagem de dinheiro com bets ilegais levou PF à casa de Nelson Wilians
Uma investigação contra um grupo empresarial suspeito de sonegar impostos, evadir divisas e lavar dinheiro levou a Polícia Federal ( PF ) à mansão de Nelson Wilians , em São Paulo , na manhã desta quinta-feira (13/8).
Segundo as autoridades, o advogado faria parte desse grupo investigado por ter movimentado cerca de R$ 1 bilhão com o objetivo de conferir aparência de legalidade a operações relacionadas à exploração de apostas de quota fixa e jogos de azar , ainda ilegais na ocasião dos crimes .
De acordo com a Receita Federal , a investigação identificou a utilização de uma estrutura societária e financeira complexa, mantida no Brasil e no exterior para a manutenção do esquema.
A estrutura teria sido usada para simular a condução das atividades a partir de fora do país, enquanto a gestão operacional, administrativa e decisória ocorreria, em tese, em território nacional.
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1 de 10 Advogado Nelson Wilians Reprodução/ Instagram 2 de 10 Advogado usa as redes sociais para expor rotina luxuosa Reprodução/ Instagram 3 de 10 Advogado Nelson Wilians Reprodução/ Instagram 4 de 10 Nelson Wilians, advogado de Maurício Camisotti, é ouvido pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito CPMI do INSS Metrópoles VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 5 de 10 Advogado Nelson Wilians VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 6 de 10 VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 7 de 10 VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 8 de 10 Advogado Nelson Wilians VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 9 de 10 BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto 10 de 10 Advogado Nelson Wilians BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto Ao todo, são cumpridos 17 mandados de busca e apreensão em cinco estados e tem decisão judicial para apreensão de bens e valores de até R$ 1 bilhão, valor supostamente desviado no esquema.
A operação acontece após uma decisão da Justiça da Paraíba.
Estrutura financeira complexa As investigações apontaram que as empresas constituídas pelo grupo no exterior seriam usadas para justificar as elevadas remessas internacionais de recursos.
Porém, segundo a Receita Federal, as atividades econômicas seriam incompatíveis com os valores movimentados.
O grupo investigado também teria envolvido empresas nacionais e estrangeiras, instituições de pagamento, operações de câmbio, ativos digitais e outras estruturas financeiras, com o propósito de dificultar a identificação da origem e da destinação dos recursos.
As autoridades também acredita que os suspeitos omitiram rendimentos e usaram as estruturas empresarias para reduzir ou evitar, de forma ilegal, a tributação sobre as atividades desenvolvidas.
Segundo a Receita, o esquema era feito antes da regulamentação dos jogos de azar no Brasil.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.metropoles.com — o conteúdo pertence a Metrópoles.