Os 10 bons e maus momentos do Rock in Rio 2026
Entre shows memoráveis, surpresas nos palcos e escolhas que deixaram a desejar, o Rock in Rio 2026 chega ao fim com uma edição marcada por contrastes.
Da força do K-pop à vitalidade de ícones da música, passando pela chuva que virou personagem, a Cidade do Rock entregou momentos para celebrar e também lamentar.
A coluna GENTE reuniu os dez destaques, entre acertos e tropeços, que ajudam a contar a história do festival.
A vez da geração Z.
O sucesso do K-pop como gênero principal do dia de sexta-feira 11, mostra que o público adolescente tem vez na formação de novos fãs para a marca.
Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, já avisou que tende a olhar mais uma vez para o K-pop, visando a 2028.
Surpresa bem-vinda.
O choro de Lola Young , neste domingo, 13, no Palco Mundo revela a emoção que artistas internacionais sentem ao tocar para um público fiel e aberto a novas experimentações.
O pop rock da britânica conquistou até quem não conhecia tanto suas músicas.
A energia dos 70+.
Uma noite embalada por Gilberto Gil, de 87 anos, e seguida por Elton John, de 79 , comprova que, no campo da música, o etarismo não tem vez.
Os dois ícones da música nacional e internacional traduzem a energia e vitalidade que muitas vezes falta a tantos outros artistas.
Continua após a publicidade O pagode bem arrumadinho.
Além de Péricles, que fez um show impecável no Palco Sunset e figura entre os mais emblemáticos dessa edição, é preciso também citar Belo, que se apresentou no palco favela.
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