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Economia

Dólar abre a R$ 5,09, com IBC-Br e corrida presidencial no radar de mercado

UOL Economia ·
Dólar abre a R$ 5,09, com IBC-Br e corrida presidencial no radar de mercado

O dólar abriu a sessão desta sexta-feira estável, cotado a R$ 5,09, com investidores atentos à prévia do PIB, com a divulgação do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), no ambiente local, que monitoram ainda a corrida presidencial. No cenário externo, a acomodação do preço do petróleo abre espaço para reação das Bolsas no exterior.

Dólar abriu negócios estável nesta sexta-feira. A moeda americana era cotada no comercial para venda a R$ 5,09, variação de mais 0,02% ante fechamento de ontem, quando a divisa subiu 1,2%. Na semana, a divisa sobe 2%, de R$ 4,99 a R$ 5,09.

Moeda americana foi influenciada ontem por receio de aumento de juros nos Estados Unidos. A divulgação do índice de preços ao consumidor e ao produtor nesta semana fizeram os agentes de mercado a aumentarem as apostas em elevação das taxas pelo Fed (Federal Reserve), o Banco Central americano. O cenário elevou o rendimento dos títulos do Tesouro americano, atraindo recursos internacionais para o país e fortaleceu o dólar antes outras divisas, incluindo o real brasileiro.

Política segue influenciando posições de agentes financeiros nos mercados. Pesquisas divulgadas nesta semana por Datafolha e Quaest mostraram empate técnico entre o Presidente Lula (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). A dúvida sobre quem será o responsável pela política econômica a partir de 2027 mantém a cautela no mercado.

Investidores reagem à prévia do PIB (Produto Interno Bruto). O IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central) cresceu 0,3% em agosto de 2026 em relação a julho de 2026, na série com ajuste sazonal, com variações de -1,8% na agropecuária, 0,9% na indústria e 0,2% em serviços. Nos últimos 12 meses, o indicador avançou 1,6%.

No exterior, Bolsas globais sobem com petróleo em queda e alívio com ações de tecnologia. Os principais mercados acionários têm viés positivo no encerramento desta semana, com cenário marcado pela leve queda do preço do petróleo e as avaliações mais otimistas a respeito do avanço da IA (Inteligência Artificial).

Ibovespa busca reação após três quedas seguidas. O principal índice da Bolsa brasileira, encerrou ontem aos 204.324 pontos e volume financeiro foi de R$ 24 bilhões. Na semana, o indicador acumula baixa de 2,7% atém ontem.

Casas Bahia pagará R$ 7,5 mil a 4,4 mil trabalhadores demitidos em agosto. A Justiça do Trabalho homologou ontem o acordo em Brasília após demissões em massa no Grupo Casas Bahia, que atravessa recuperação judicial. Futuras demissões coletivas exigem aviso prévio às entidades sindicais. A empresa deverá comunicar os cortes com antecedência mínima de 72 horas, sob pena de multa de R$ 1.000 por trabalhador afetado, até o limite de R$ 1 milhão. Ações da empresas subiram 1,8% ontem na B3, a R$ 1,11.

UBS elevou Petz/Cobasi para compra. Os analistas do bancos aumentaram o preço-alvo para R$ 6,50, uma revisão de 73%. Em relatório divulgado ontem, o UBS afirma que a integração das duas redes deve trazer economias, melhorar a rentabilidade e sustentar o crescimento da companhia, mesmo em um cenário mais difícil para o consumo.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

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