Um ano da condenação e prisão do maior criminoso da história do Brasil
Um ano após a condenação e a ordem de prisão de Jair Bolsonaro pelo STF, marco histórico passa quase despercebido pela grande mídia enquanto desdobramentos políticos seguem no país.
Quase passou em branco o aniversário de um ano da prisão do maior criminoso da história do Brasil, o ex-presidente Jair Bolsonaro, condenado com generais de 4 estrelas e um comandante da Marinha por tentar tentativa de golpe de Estado e formação de quadrilha, entre outros crimes.
Não fosse uma reportagem quase envergonhada da Folha, que desde há tempos tem se comportado como house organ do bolsonarismo, o evento passaria em brancas nuvens, ofuscado pelos 25 anos do atentado às Torres Gêmeas em Nova Iorque e até pelo golpe militar que destituiu o governo socialista de Salvador Allende no Chile, em 1973.
Talvez seja por isso, por esse apagamento da memória golpista e criminosa da família Bolsonaro pela mídia, que um dos filhos do presidente, Flávio Bolsonaro, conhecido pelas rachadinhas e pelo relacionamento estreito com as milícias e o Comando Vermelho no Rio, esteja disputando em condições de paridade a eleição contra o maior e melhor presidente do Brasil de todos os tempos, segundo uma pesquisa do instituto Datafolha, do Grupo Folha — o atual presidente Lula.
No dia 11 de setembro de 2025, a Primeira Turma do STF condenou a quadrilha de Jair Bolsonaro a dezenas de anos de prisão, a começar pelo líder, o ex-presidente, condenado a 27 anos e três meses.
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