Soja: alta em Chicago e dólar firme elevam preços e movimentam negócios no Brasil
Foto: Pixabay O mercado brasileiro de soja registrou forte movimentação nesta sexta-feira (28), com indicações firmes e os melhores preços do ano.
O analista da Safras & Mercado , Rafael Silveira, destaca que a forte alta na Bolsa de Chicago, acompanhando o movimento do óleo de soja, e o avanço do dólar deram sustentação adicional às ofertas.
Nos vencimentos mais curtos, as cotações em Chicago se aproximaram de US$ 13,00 por bushel, enquanto os contratos mais distantes já romperam esse patamar.
Os prêmios, por sua vez, apresentaram apenas pequenas quedas.
“No físico, houve uma disparada dos preços.
Nos portos, as indicações spot estão entre R$ 160,00 e R$ 162,00 por saca, ainda dentro da paridade”, destaca Silveira.
No mercado interno, há ofertas em diferentes níveis, com cotações bem acima da paridade.
Segundo o analista, os compradores estão pagando preços elevados, enquanto os vendedores mantêm postura firme.
Ainda assim, as ofertas estimularam os negócios, com reporte de fortes volumes negociados.
Goiás, Minas Gerais e Paraná registraram boa movimentação, com produtores animados diante das cotações.
Fique por dentro das principais notícias sobre a soja: acesse a comunidade Soja Brasil no WhatsApp! No mercado físico, as cotações registraram as seguintes movimentações: Passo Fundo (RS): subiu de R$ 150,00 para R$ 152,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 151,00 para R$ 153,00 Cascavel (PR): subiu de R$ 146,00 para R$ 149,00 Rondonópolis (MT): subiu de R$ 141,00 para R$ 143,00 Dourados (MS): subiu de R$ 137,00 para R$ 140,00 Rio Verde (GO): subiu de R$ 142,00 para R$ 145,00 Paranaguá (PR) : subiu de R$ 157,00 para R$ 160,00 Rio Grande (RS): subiu de R$ 158,00 para R$ 160,00 Soja em Chicago Os contratos futuros da soja fecharam em alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta quinta-feira, ampliando a valorização semanal da commodity.
A demanda aquecida pelo produto americano garantiu mais um dia positivo.
Na semana, a valorização dos principais contratos se aproximou de 4%.
Os exportadores privados norte-americanos reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a venda de 182.000 toneladas de soja à China, que serão entregues na temporada 2026/27.
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