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Petrobras prevê gastar R$ 3,3 bi em poços na Foz do Amazonas

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Petrobras prevê gastar R$ 3,3 bi em poços na Foz do Amazonas

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A Petrobras aposta na exploração de mais três poços na Foz do Amazonas para confirmar a viabilidade comercial de petróleo na região . Para isso, a estatal planeja gastar R$ 3,3 bilhões na perfuração de um total de quatro poços, conforme estimativa da empresa.

O valor foi informado ao Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), responsável pelo licenciamento do empreendimento na bacia Foz do Amazonas, em documentos enviados em julho e agosto.

Técnicos dizem que o comunicado foi genérico por ser preliminar. O poço será avaliado, e a extensão de eventual reserva dependerá de novos poços, segundo eles.

O Ibama ainda não concedeu a autorização para a perfuração dos poços adjacentes e cobrou mais dados a respeito.

A aposta nos blocos Manga, Crotalus e PAD Morpho inclui novo navio-sonda no bloco 59, a 160 km de Oiapoque (AP).

O Morpho é explorado pelo ODN-II (NS-42), que a estatal planeja substituir pelo Amarelina Star (NS-43), segundo documentos enviados ao Ibama.

Todas essas informações precisam ser compartilhadas com o Ibama porque cabe ao órgão federal avalizar ou não as ações de expansão da busca por petróleo na costa amazônica.

A informação sobre o valor a ser gasto nas perfurações dos quatro poços, R$ 3,3 bilhões, serve de base para o cálculo da compensação ambiental a ser paga pela Petrobras, prevista em lei nos casos de empreendimentos com grande impacto.

O Ibama fixou o impacto em 0,5%, grau máximo, pela magnitude do empreendimento e riscos à biodiversidade e a áreas desconhecidas.

Com impacto de 0,5%, a compensação ambiental deve ser de R$ 16,5 milhões.

A perfuração do Morpho, segundo a Petrobras, custará R$ 842,8 milhões, o que leva a uma compensação ambiental de R$ 4,2 milhões.

A perfuração do Morpho deve seguir até setembro, segundo a estatal. A dos outros três poços, se autorizada pelo Ibama, pode levar até 160 dias e se estender até 2027.

A empresa adotou critérios distintos para o abandono dos poços, etapa avalizada pelo Ibama.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.

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