Bancada de MS dá 10 votos a projeto que amplia gastos fora do arcabouço
Dez dos 11 parlamentares de Mato Grosso do Sul votaram nesta quarta-feira (12) a favor do projeto que amplia gastos fora das regras fiscais em 2026 e cria mecanismos para conter despesas a partir de 2027.
Deputados e senadores deram os votos durante as análises do PLP 114/2026 (Projeto de Lei Complementar), na Câmara e no Senado, em Brasília (DF).
O Congresso aprovou a proposta no mesmo dia e encaminhou o texto para sanção presidencial.
Na Câmara, sete dos oito deputados federais de Mato Grosso do Sul apoiaram a proposta.
Beto Pereira (Republicanos), Camila Jara (PT), Dagoberto Nogueira (PP), Luiz Ovando (PP), Geraldo Resende (União Brasil), Rodolfo Nogueira (PL) e Vander Loubet (PT) votaram “sim”.
Marcos Pollon (PL) foi o único representante do Estado a votar contra.
Os três senadores de Mato Grosso do Sul também apoiaram o projeto.
Nelsinho Trad (PSD), Soraya Thronicke (PSB) e Tereza Cristina (PP) votaram a favor da matéria no Senado.
Assim, a bancada sul-mato-grossense somou dez votos favoráveis e um contrário nas duas Casas.
A Casa Baixa aprovou o texto por 318 votos a 113, além de uma abstenção.
O Senado analisou a proposta na mesma noite e confirmou a aprovação por 61 votos a dois, sem alterações.
Com a conclusão da votação no Congresso, o projeto depende agora da decisão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
A proposta tratava inicialmente do uso de receitas extras obtidas com a alta do petróleo para compensar a redução de tributos sobre combustíveis.
O Congresso ampliou o texto durante a tramitação e incluiu novos benefícios para setores econômicos e despesas fora dos limites do arcabouço fiscal.
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