Santander (SANB11), Oncoclínicas (ONCO3) e mais: veja os destaques das empresas
A Movida (MOVI3) apresentou um lucro líquido de R$ 152,1 milhões no terceiro trimestre de 2026, mais de duas vezes superior ao ganho de cerca de R$ 70 milhões apresentado há um ano, superando a projeção da própria companhia.
A teleconferência será realizada às 9h.
Santander (SANB11) O Santander Brasil obteve lucro líquido gerencial de R$ 2,88 bilhões no terceiro trimestre, o que representa baixa de 4,3% na comparação com o segundo trimestre e de 28,0% ante o mesmo trimestre do ano anterior.
A teleconferência acontece às 10h.
Hypera (HYPE3) A Hypera registrou, no terceiro trimestre, um lucro líquido das operações continuadas de R$ 527 milhões, o que representa um incremento de 16% sobre o mesmo período de 2025.
A teleconferência será realizada às 11h.
O conselho de administração da Hypera ainda aprovou a criação do programa de recompra de ações ordinárias da companhia, sem redução do capital social, para a aquisição de até 5 milhões de papéis.
Sabesp (SBSP3) A Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) concluiu a incorporação das ações da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae).
Oncoclínicas (ONCO3) A ação civil pública movida pela Associação Brasileira de Investimento, Crédito e Consumo (Abraicc) que pedia a efetivação da oferta pública de aquisição de ações (OPA) da Oncoclínicas foi cancelada.
O pedido partiu do fundo Josephina III, da Centaurus, alvo da exigência da oferta.
Braskem (BRKM5) A Braskem confirmou que o prazo de negociações com seus credores para chegar a um acordo sobre os termos do seu plano de recuperação judicial foi prorrogado para a próxima sexta-feira (30).
Romi (ROMI3) A fabricante de máquinas e equipamentos Romi recebeu uma notificação de arbitragem apresentada pela GE Energias Renováveis, em procedimento que será conduzido pelo Centro de Arbitragem e Mediação da Câmara de Comércio Brasil-Canadá (CAM-CCBC), no valor de US$ 20 milhões.
Motiva (MOTV3) A empresa de energia EDP e a Motiva (antiga CCR) anunciaram um contrato de autoprodução de eletricidade gerada a partir da fonte solar para abastecer 13 concessões de rodovias e trilhos (trens, metrôs e VLT) em cinco Estados do país.
O acordo tem duração de 15 anos e o volume contratado é de 9,3 megawatts médios (MWmed), que correspondem a cerca de 15% da demanda total da companhia de infraestrutura.
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