As 6 melhores ações de dividendos para a carteira sobreviver às eleições
A corrida eleitoral passou a ditar o humor da bolsa brasileira na virada para setembro.
Conforme as pesquisas foram apontando uma disputa presidencial mais equilibrada, o investidor voltou a comprar ativos locais, e o Ibovespa emendou uma sequência de altas que levou o índice de volta aos maiores patamares desde maio, num movimento que devolveu boa parte do terreno perdido no mês anterior.
Mas a retomada não veio para as ações preferidas para estratégias de dividendos.
O Índice de Dividendos ( IDIV ) terminou agosto com recuo de 1,65%, pior que o do Ibovespa.
É esse o pano de fundo com que as corretoras montaram as carteiras deste mês, fechadas quando o movimento eleitoral apenas começava a se desenhar.
Em vez de correr atrás do rali, as casas reforçam a preferência por empresas que geram caixa agora e distribuem proventos de forma previsível , teses que não dependem de uma reprecificação política para entregar retorno.
Entre as dez corretoras e casas de análise consultadas pelo InfoMoney , seis papéis aparecem em pelo menos cinco das dez carteiras analisadas.
Destaque novamente para figurinhas carimbadas da lista, como Petrobras, Allos e Axia Energia, mas também para empresas como a Copel, nome que atrai por ter receitas reguladas e risco menor de sensibilidade a inadimplênciaro.
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Para o BTG Pactual, a companhia combina desempenho operacional robusto, com produção acumulada no ano de cerca de 2,77 milhões de barris por dia contra um guidance de 2,4 a 2,6 milhões, e forte capacidade de precificação, já que cerca de 70% da produção abastece as próprias refinarias.
O banco estima dividend yield (rendimento apenas com proventos) de aproximadamente 9% para 2027 e vê espaço para o breakeven de fluxo de caixa livre se aproximar de US$ 60 por barril.
O Santander elevou a recomendação para compra e revisou o preço-alvo da ordinária para R$ 60,00, projetando dividend yield de cerca de 10% em 2026 com a companhia priorizando a redução do endividamento.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.