Curitiba recebe a comédia “Se A Memória Não Me Falha”
O espetáculo “ Se a Memória Não me Falha ” traz ao palco o absurdo, a perda de memória, conflitos e humor no Teatro Novelas Curitibanas , com estreia no dia 27 de agosto.
A montagem segue em cartaz em curta temporada, até dia 6 de setembro com sessões às quintas, sextas e sábados às 20h; domingos às 19h.
Nos dias 28 de agosto e 4 de setembro, a peça conta com tradução em Libras.
Carnaval retorna a Curitiba fora de época com exposição no Centro Com texto e atuação de Fábyo Rolywer e Jheny Goll, sob direção de Leo Campos, a obra acompanha a jornada de dois personagens que, em uma noite chuvosa, perdem misteriosamente a memória.
Presos em casa, passam a traçar estratégias para recuperar suas lembranças e descobrir quem são.
A montagem estreou em 2024 no Mini Auditório Glauco Flores de Sá Britto, sempre com sessões esgotadas, e participou de festivais do Paraná, obtendo 10 indicações e conquistando seis prêmios, entre eles Melhor Atriz, Melhor Diretor, Melhor Dramaturgia e Melhor Espetáculo.
Veja mais notícias no canal do Bem Paraná. https://whatsapp.com/channel/0029Va9isdQF1YlWUDUdIt1t Resgatando um dos maiores gêneros do século XX — o Teatro do Absurdo — a peça se inspira em autores como Eugène Ionesco, Samuel Beckett e Fernando Arrabal.
Com humor e estranhamento, aborda temas como memória, isolamento e identidade, propondo ao público uma experiência que mistura diversão e reflexão.
Foto: Vitor Dias Para o ator e autor Fábyo Rolywer, o texto parte de uma provocação contemporânea: “Na escrita do texto quisemos resgatar o Teatro do Absurdo e trazê-lo para um contexto atual.
A dramaturgia parte de uma situação limite, onde dois personagens perdem a memória, e a partir daí constrói um labirinto de diálogos e ações que revelam fragilidades humanas, ironias e contradições.
O Absurdo, ao meu entender, é um espelho distorcido da nossa realidade, que nos faz rir enquanto nos reconhecemos nos excessos e na falta de sentido das coisas.
Nesse jogo entre riso e reflexão, a peça se sustenta e dialoga com o público.
É um gênero que permanece atual justamente porque nossas inquietações continuam as mesmas, apenas mudam de cenário”, explica Fábyo.
A atriz e autora Jheny Goll destaca o trabalho em cena e a relação com o público: “O Teatro do Absurdo é um gênero que aborda nossas fragilidades e a eterna busca por sentido em um mundo que, mesmo após décadas, ainda enfrenta crises de solidão e angústia.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.