Multimercados têm a menor participação na história da indústria de fundos
Na semana passada a Gávea Investimentos comunicou ao mercado que está encerrando as atividades de gestão de recursos de terceiros dos fundos da família Gávea Macro.
A Gávea é uma empresa icônica.
Uma das primeiras Assets independentes do mercado brasileiro, que completa 23 anos em 2026, tendo como sócio o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, responsável pela implantação do Regime de Metas de Inflação no Brasil e economista ativo no debate sobre políticas macroeconômicas.
A Gávea, porém, não é um caso isolado, ela se junta a outras tantas casas especializadas na gestão de fundos multimercados que vêm fechando as portas ou sendo extintas em meio a processos de fusões e aquisições nos últimos anos.
Em meados de 2021 o Banco Central se viu obrigado a iniciar um ciclo de aperto monetário para combater a espiral ascendente das taxas de inflação decorrentes dos estímulos necessários para aliviar os impactos econômicos e sociais da pandemia do Covid-19.
A abrupta interrupção das atividades teve como resposta, no Brasil e no mundo, um conjunto de medidas de política fiscal e monetária para irrigar as economias de liquidez e, dessa forma, evitar que a renda e a atividade econômicas entrassem em colapso.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.