Lucro da B3 (B3SA3) cresce 28% no 2° tri, para R$ 1,7 bilhão, com venda da Dimensa e precatórios
A B3 (B3SA3), controladora da bolsa brasileira, viu o lucro atribuído a acionistas crescer 28% no segundo trimestre, na comparação com o mesmo período do ano passado, para R$ 1,7 bilhão.
Em termos recorrentes, o avanço foi menor, de 8%, para R$ 1,4 bilhão.
A diferença é explicada por alguns eventos extraordinários, como o reconhecimento de quase R$ 124 milhões com a venda da participação na Dimensa e de créditos oriundos de precatórios.
A receita avançou 12%, na comparação anual, para R$ 3,1 bilhões, mas desacelerou em comparação ao primeiro trimestre deste ano, com queda de 3,8%.
As ofertas públicas de ações totalizaram R$ 11,6 bilhões no segundo trimestre, sendo uma oferta inicial (IPO) de R$ 3 bilhões, da Compass, e R$ 8,6 bilhões em ofertas subsequentes (follow-on).
O segmento de mercados da B3 atingiu R$ 2 bilhões em receita, com aumento anual de 9%.
Em renda variável, o volume financeiro médio diário negociado (ADTV) no mercado à vista totalizou R$ 31,3 bilhões, alta de 20%, com crescimento em BDRs e fundos listados.
Em derivativos, o volume médio diário negociado (ADV) totalizou 11,1 milhões de contratos, queda de 8,3% em relação ao mesmo período de 2025, em função do menor volume negociado em derivativos de criptoativos, que foi parcialmente compensado por derivativos de taxas de juros em reais e índice de ações.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em valorinveste.globo.com — o conteúdo pertence a Valor Investe.