Flávio Bolsonaro escancara dobradinha com Globo e mídia liberal em vídeo de “terror econômico” contra Lula
Flávio Bolsonaro (PL) resolveu deixar os tempos de “Globolixo” – termo que o pai usou para incitar extremistas contra jornalistas – e escancarou a dobradinha com a família Marinho, dona da Globo , e a mídia liberal na tentativa desesperada de tentar barrar um possível quarto mandato de Lula na Presidência da República.
Jair Bolsonaro nos tempos de “Globolixo”: Flávio faz dobradinha com emissora (Alan Santos PR) Em vídeo divulgado na manhã desta quinta-feira (20), um dia após a Globo divulgar “reportagens” de uma investigação paralela sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, Flávio Bolsonaro fez um compilado de vídeos da Globo, CNN, Record e outros veículos da mídia liberal propagando o terror econômico.
ENTENDA: “Lula vai quebrar o Brasil”: o terrorismo econômico que une Flávio Bolsonaro à Globo e à mídia liberal Economista desmente Flávio Bolsonaro e explica o que há por trás de lojas vazias “Os números do endividamento, esses só crescem.
82% das famílias brasileiras estão endividadas”, diz apresentadora da Globonews ao abrir o vídeo.
“Não é azar, é culpa do governo Lula”, escreve, em letras garrafais, Flávio Bolsonaro na publicação, fazendo eco à “Globolixo” e à mídia liberal. https://x.com/FlavioBolsonaro/status/2090381834261532763 “Lula vai quebrar o Brasil” e o terrorismo econômico da mídia liberal Em reportagem especial na última quinta-feira (13) , a Fórum revelou a estratégia da mídia que historicamente usa o terror econômico neoliberal contra Lula, narrativa que encontra eco em editoriais e “analistas” da mídia que se unem a Flávio Bolsonaro e à Faria Lima.
A estratégia foi criada em 1989, na primeira eleição de Lula, por Roberto Marinho, fundador da Globo, que em editorial em abril daquele ano fez um “chamamento” aos líderes do PMDB e PFL — que hoje se travestem em MDB e União Brasil — a uma candidatura de consenso que “ofereça uma alternativa entre um projeto caudilhesco-populista e um outro sectário e meramente contestatório”, pregando um levante em “defesa dos nossos valores”, referindo-se aos então candidatos progressistas Leonel Brizola (PDT) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O texto deu início a uma longa parceria entre a mídia liberal e o projeto neoliberal, representado pela Faria Lima e por partidos do Centrão e, mais recentemente, da ultradireita, para retomar o terrorismo econômico contra Lula em todas as sete eleições disputadas pelo presidente, que busca, em 2026, seu quarto mandato no Palácio do Planalto.
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