1 em cada 5 pessoas carrega risco escondido para doença cardíaca, aponta estudo
Um tipo de partícula de colesterol – a lipoproteína(a) ou Lp(a), parecida com o LDL, ou colesterol "ruim" – está associada ao aumento silencioso do risco de doenças cardíacas e de AVCs (acidentes vasculares cerebrais).
É o que indicam os resultados de um estudo conduzido pela SCAI (Sociedade para Angiografia e Intervenções Cardiovasculares dos EUA).
O levantamento aponta que pessoas com Lp(a) elevada podem contribuir para um risco cardiovascular mesmo após o tratamento convencional.
Por outro lado, pessoas com essa condição podem se beneficiar de medidas mais intensivas – como o controle rigoroso da pressão arterial e do diabetes – para controlar outros fatores de risco para doenças cardíacas.
Para chegar às respostas publicadas, os pesquisadores examinaram amostras de plasma coletadas de 20.070 pacientes com 40 anos ou mais.
Após as amostras serem analisadas em laboratório, os adultos foram divididos de acordo com os níveis de Lp(a) e de acordo com a presença ou a ausência de doença cardíaca prévia.
A partir daí, a equipe concentrou os seus estudos nos eventos cardiovasculares adversos maiores, como infarto do miocárdio, AVC, revascularização coronariana ou morte cardíaca.
Posteriormente, eles utilizaram modelos de Cox que levaram em consideração dados demográficos, comorbidades, níveis de lipídios e tratamentos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistagalileu.globo.com — o conteúdo pertence a Galileu.