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Equação bem-sucedida: como o Paraná virou modelo nacional de qualidade de ensino

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Equação bem-sucedida: como o Paraná virou modelo nacional de qualidade de ensino

O principal termômetro para medir a qualidade do ensino no Brasil, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado na semana passada, traz resultados incômodos e constrangedores.

O país tem sido incapaz de oferecer a proficiência desejada em um mundo cada vez mais competitivo.

Os 46 milhões de estudantes da creche ao terceiro ano do ensino médio saem despreparados dos bancos escolares.

Na faixa etária avaliada, houve avanços em relação a 2023, mas insuficientes para autorizar celebração.

Em uma escala que vai de 1 a 10, o indicador chegou a 6,3 nos anos iniciais do ensino fundamental, 5,3 nos anos finais e 4,5 no médio.

Há três anos, os patamares foram de 6,0, 5,0 e 4,3, respectivamente.

Considerando apenas a rede pública, o Ideb de 2025 ficou em 6,1 nos anos iniciais, 5,0 nos anos finais e 4,3 na derradeira fase.

Há, contudo, ventos de esperança que vêm do sul: o Paraná lidera o ranking nas três categorias aferidas pelo Ministério da Educação ( veja o quadro ).

Nem sempre foi assim.

Há quinze anos, o estado, um dos mais ricos e com menos desigualdade social, se mantinha entre os cinco mais bem colocados, mas longe do pódio.

De lá para cá, os gestores paranaenses desenvolveram estratégias de modo a mirar a alfabetização na idade certa, o combate à reprovação e a permanência dos alunos na escola.

Resultado: uma curva ascendente cuja trajetória foi interrompida apenas pelos anos da pandemia de covid-19 — fator que prejudicou todas as redes educacionais do planeta.

Na ponta do lápis, a performance paranaense em língua portuguesa na primeira etapa do ensino fundamental registrou um salto de 17,5%, ganhos acompanhados em menor grau pelos outros ciclos.

Em matemática, subiu 13%.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

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