Quem vai plantar o feijão de amanhã? Tema precisa ser central no próximo governo
Foto: Pixabay Todos querem encontrar feijão de qualidade e a preço acessível.
Mas poucos se perguntam se o produtor terá segurança para plantar a próxima safra.
Essa questão deveria estar no centro da agenda do próximo governo.
Produzido em grande parte por pequenos e médios agricultores, o feijão está presente nas regiões, mas quem o cultiva enfrenta custos elevados, riscos climáticos, oscilações de preços e margens apertadas.
O Brasil precisa de uma política nacional para o feijão, com continuidade e visão de longo prazo, integrando crédito, seguro, pesquisa, assistência técnica, armazenagem, inteligência de mercado, compras públicas, consumo e abertura de mercados.
Afinal, sem segurança para quem planta, não existe segurança alimentar para quem consome.
Veja em primeira mão tudo sobre agricultura, pecuária, economia e previsão do tempo: siga o Canal Rural no Google News! O produtor assume o risco, mas não controla o preço Os custos de produção permanecem elevados.
Ao mesmo tempo, o feijão é sensível tanto à seca quanto ao excesso de chuva, especialmente durante a colheita.
Um dos maiores gargalos está na falta de previsibilidade comercial.
O agricultor decide plantar sem saber qual será o preço na colheita.
Quando há redução da oferta, os preços podem subir, mas quem perdeu produção não possui volume para aproveitar a valorização.
Quando há boa safra, os preços podem cair rapidamente e comprometer a renda.
A falta de armazenagem agrava o problema.
Muitos agricultores precisam vender quando a oferta é maior e os preços estão pressionados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.canalrural.com.br — o conteúdo pertence a Canal Rural.