Misturar dinheiro da empresa com o pessoal pode levar o negócio à falência — veja como separar as contas
Quando uma empresa começa a dar certo, o empreendedor pode olhar para o dinheiro que está na conta e pensar: “Tem dinheiro, então posso pagar”.
O problema é que nem toda a quantia disponível no caixa da empresa está, de fato, livre para ser usada como ele bem entender.
Uma parte pode estar destinada ao pagamento de impostos, outra à folha de pagamento e outra às despesas da própria operação.
No entanto, o que acontece é que o empreendedor começa a usar o valor para abastecer o carro, pagar a escola dos filhos e até fazer compras do dia a dia para a casa.
O problema é que ele começa a perder a noção de quanto a empresa realmente fatura, quanto gasta e, principalmente, se está dando lucro ou prejuízo.
E é uma questão recorrente entre pequenos negócios.
Uma pesquisa recente da Cora, instituição financeira voltada para pequenas e médias empresas (PMEs ), mostrou que 69% dos empreendedores ainda misturam o dinheiro da empresa com o da vida pessoal .
“Parece um tema básico, mas as empresas quebram mais em função dessa falta de separação de planejamento de caixa do que por falta de cliente”, diz Thalita Medeiros, consultora de negócios do Sebrae, em entrevista ao Seu Dinheiro.
Por isso, separar as finanças pessoais das profissionais não é apenas uma questão de organização.
É uma forma de saber se a empresa consegue se sustentar e quanto dinheiro pode realmente sair dela.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.