dr.consulta recebe US$ 30 milhões da IFC, do Grupo Banco Mundial, para investir em expansão
O dr.consulta recebeu um aporte de capital de US$30 milhões, aproximadamente R$155 milhões, do International Finance Corporation (IFC), braço do Grupo Banco Mundial, como impulso para expansão da healthtech no país.
O anúncio foi divulgado nesta quinta-feira, 24.
A meta do dr.consulta é de atender 10 milhões de brasileiros até 2030.
O aporte financeiro promovido pelo IFC será utilizado para ampliar a presença da healthtech pelo Brasil, bem como de ampliar a plataforma de tecnologia do dr.consulta, possibilitando a realização de um maior número de atendimentos.
“Esse investimento valida nosso compromisso de ampliar o acesso à saúde de qualidade para milhões de brasileiros.
Construímos, ao longo dos últimos anos, uma plataforma preparada para escalar, mantendo qualidade assistencial, eficiência operacional e foco na experiência do paciente”, disse Massanori Shibata Jr., CEO do dr.consulta.
A healthtech foi fundada em 2011 e, desde então, já atendeu a quatro milhões de pacientes.
O foco está em oferecer atenção à saúde por meio de valores mais acessíveis para a população.
Uma consulta médica isolada custa a partir de R$ 45 reais e é possível fazer assinaturas que combinam consultas médicas, teleatendimento, desconto em exames e procedimentos e atendimento odontológico por R$ 39,80 por mês com um plano anual.
A assinatura para atendimentos online custa R$ 9,90 mensalmente dentro de um ano, com pagamento de R$ 59 por consulta.
Atualmente, o dr.consulta conta com uma infraestrutura própria de 32 unidades pelo Brasil presentes em dois estados – Rio de Janeiro e São Paulo.
Também possui sistema de interoperabilidade e portabilidade de dados clínicos, e soluções de inteligência artificial voltadas à navegação do paciente, como a assistente virtual Veri, disponível via WhatsApp.
O anúncio ocorre após o fim de transformações motivadas pela última rodada de investimento pelo Patria Investimentos, Lightrock, JICA (Agência de Cooperação Internacional do Japão) e BID Invest, braço privado do Banco Interamericano de Desenvolvimento.
Nos últimos anos, a companhia ampliou seu modelo assistencial com maior investimento em tecnologia e eficiência operacional.
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