sexta-feira, 18 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Alta na conta de luz deve ficar, na média, em 9,4% no ano de 2026, diz Aneel Poste Italiane torna-se controladora indireta da TIM Brasil CEO do UOL: 'Não é a IA que vai redefinir sua empresa, são suas decisões' Greve da Caixa: Bolsa Família será pago normalmente? Entenda Dólar sobe a R$ 5,14 e Bolsa cai, com ajustes a juros e à política fiscal Alta do Bolsa Família é compatível com responsabilidade fiscal, diz Durigan Berkshire Hathaway busca manter cultura intacta com Howard Buffett Relatório indica como marcas devem se portar em um mundo 'indiferente' MP requer apuração de suborno e calote bilionário de gigante coreana no CE 'Bancos da Europa precisam ser maiores para competir com os EUA', diz dirigente do BCE Alta na conta de luz deve ficar, na média, em 9,4% no ano de 2026, diz Aneel Poste Italiane torna-se controladora indireta da TIM Brasil CEO do UOL: 'Não é a IA que vai redefinir sua empresa, são suas decisões' Greve da Caixa: Bolsa Família será pago normalmente? Entenda Dólar sobe a R$ 5,14 e Bolsa cai, com ajustes a juros e à política fiscal Alta do Bolsa Família é compatível com responsabilidade fiscal, diz Durigan Berkshire Hathaway busca manter cultura intacta com Howard Buffett Relatório indica como marcas devem se portar em um mundo 'indiferente' MP requer apuração de suborno e calote bilionário de gigante coreana no CE 'Bancos da Europa precisam ser maiores para competir com os EUA', diz dirigente do BCE
Brasil

Coordenador de Colégio Militar no TO é investigado por suspeita de castigar alunos por não usarem uniforme

G1 Tocantins ·
Coordenador de Colégio Militar no TO é investigado por suspeita de castigar alunos por não usarem uniforme

MPE investiga punição física a alunos em colégio militar de Palmas O Ministério Público do Estado do Tocantins (MPTO) instaurou um Inquérito Civil Público nesta quinta-feira (17) para investigar o coordenador do Colégio Militar do Estado do Tocantins – Unidade XX Duque de Caxias, no distrito de Taquaruçu.

Segundo a investigação, o responsável é suspeito de praticar castigos físicos, ofensas e tratamento cruel contra estudantes que não utilizavam o uniforme oficial durante um evento escolar.

A investigação, realizada por meio da 10ª Promotoria de Justiça da Capital, teve início a partir de uma denúncia anônima registrada na Ouvidoria do órgão em maio deste ano. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp Relatos de alunos e documentos fornecidos pela própria direção da escola e pela Superintendência Regional de Educação registraram as punições coletivas.

Segundo os depoimentos dos estudantes, as sanções incluíram gritos, tratamento ríspido e a imposição de esforço físico degradante, como carregar madeira e tijolos pelo pátio da unidade.

O g1 tenta localizar a defesa do coordenador.

Em nota conjunta, a Secretaria de Estado de Educação de Tocantins (Seduc) informou que realizou análises preliminares na unidade escolar ao tomar conhecimento do caso e encaminhou os relatórios produzidos ao MPTO, embora não tenha sido formalmente notificada sobre a instauração do inquérito civil.

A pasta ressaltou que não compactua com condutas que violam os direitos dos estudantes, reforçando que as práticas disciplinares devem respeitar a legislação educacional e o ECA. (Veja a nota na íntegra ao final da reportagem) MPTO abriu inquérito após relatos de agressões verbais e esforço físico degradante impostos por subtenente a estudantes Reprodução/Google Streets LEIA TAMBÉM: Entenda como a Justiça tratou pedido de sigilo de Alexandre Pires em caso de compra de fazenda por R$ 25 milhões Influenciador registra agressão de militar da reserva durante ocorrência no interior do TO; VÍDEO Operação da PF mira desaparecimento de Porsche de R$ 372 mil apreendida pela Justiça no Tocantins Na mesma nota, a Polícia Militar do Tocantins informou que adotou orientações no âmbito da unidade destinadas ao corpo administrativo, aos docentes e aos alunos, reforçando que a disciplina deve ser exercida com respeito à dignidade humana e à integridade física e emocional.

A corporação também informou que encaminhou os dados necessários ao MPTO e à Ouvidoria da Seduc. (Veja a nota conjunta na íntegra ao final da reportagem).

De acordo com o promotor de Justiça responsável pelo caso, as condutas violam o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Como o servidor investigado é militar, a Seduc declarou não ter competência funcional para instaurar procedimento disciplinar.

Ler a notícia completa no G1 Tocantins ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.

Mais de G1 Tocantins

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›