Na praça de Burle Marx, o medo trava a caneta
Há um canto do Ibirapuera em que a cidade se despe da pressa.
Na praça desenhada por Roberto Burle Marx, o espelho d'água recolhe o céu de São Paulo , e um galpão dos anos 1930 ?mais antigo que o próprio parque? guarda o silêncio das coisas que perderam a função.
Ali já se fabricaram bondes, já se serrou madeira.
Hoje, a velha Serraria é um vão coberto à espera de destino.
Leia mais (08/26/2026 - 07h00)
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