Inclusão exige mais que uma semana de mobilização
Símbolo universal de acessibilidade - crédito: Freepik Entre 21 e 28 de agosto, as Apaes de todo o Brasil realizam a Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla , instituída pela Lei nº 13.585/2017.
Em 2026, a mobilização tem como tema “Deficiência não define.
Oportunidade transforma.
Inclua nossa voz!”.
A proposta deste ano coloca no centro do debate a escuta das pessoas com deficiência, suas escolhas e as oportunidades de participação na sociedade.
Segundo a Apae Brasil, a construção do tema contou com a participação de autodefensores, em referência ao princípio “Nada sobre nós, sem nós”.
Barreiras e inclusão social A semana também chama atenção para as barreiras que interferem na participação social.
Elas podem ser sociais, atitudinais, comunicacionais e estruturais.
Por isso, discutir inclusão significa tratar de acesso à educação, ao trabalho, à cultura, à tecnologia assistiva, à convivência comunitária e aos espaços de decisão.
A mobilização ocorre durante oito dias, mas os direitos das pessoas com deficiência não se restringem ao calendário.
A inclusão depende da remoção de barreiras e da garantia de apoios que permitam participação e autonomia.
Comunicação e participação efetiva Outro ponto destacado pela campanha é a necessidade de reconhecer diferentes formas de comunicação.
A expressão de uma pessoa pode ocorrer por meio da fala, de gestos, olhares ou recursos de comunicação alternativa.
Garantir que essas formas sejam consideradas também faz parte do direito à participação.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.folhavitoria.com.br — o conteúdo pertence a Folha Vitória.