Discord chama suspensão de lives de “prematura”
A morte de Lívia, adolescente de 13 anos de Naviraí, em Mato Grosso do Sul, desencadeou uma sequência de investigações e cobranças que agora coloca o Discord diante da suspensão de suas transmissões ao vivo no Brasil.
Nesta quarta-feira (12), depois de a medida ser anunciada, a empresa reagiu e classificou como “prematura” a decisão do governo federal.
A ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) determinou que a plataforma suspenda temporariamente as transmissões ao vivo e recursos semelhantes de compartilhamento de vídeo.
A empresa terá três dias úteis para cumprir a determinação e as funcionalidades só poderão voltar quando forem comprovadas medidas consideradas efetivas para a proteção de crianças e adolescentes.
O Discord contesta a avaliação feita pela agência.
Segundo a empresa, o processo de fiscalização havia sido recebido na sexta-feira (7) e ainda estava dentro do prazo concedido para manifestação quando a suspensão foi determinada.
Em nota divulgada nesta quarta, a plataforma afirmou que a descrição feita pela ANPD não corresponde aos sistemas de segurança que mantém nem aos investimentos realizados para proteção dos usuários.
O Discord também sustenta que não tolera grupos que promovam violência e que mantém equipes específicas para identificar e retirar conteúdos que violem suas regras.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.campograndenews.com.br — o conteúdo pertence a Campo Grande News.