Xiaomi vê lucro cair 20,5% no 2T26; smartphones pressionam, mas carros elétricos avançam
Bolsas asiáticas Xiaomi.
Foto: iStock.
A Xiaomi encerrou o segundo trimestre com um retrato dividido.
De um lado, os negócios mais tradicionais sentiram o peso de custos maiores e demanda mais fraca.
Do outro, a frente mais nova da companhia, a de veículos elétricos, continuou crescendo em ritmo forte.
No consolidado, porém, o resultado perdeu força.
A companhia informou lucro líquido de 9,46 bilhões de yuans, ou US$ 1,40 bilhão , queda de 20,5% na comparação anual.
A receita recuou 6,1%, para 108,92 bilhões de yuans .
Mesmo com a queda, o lucro ficou acima das expectativas.
Analistas consultados pela Visible Alpha projetavam 6,01 bilhões de yuans.
Já a receita veio praticamente em linha com o consenso de 109,82 bilhões de yuans.
Smartphones sentem custo maior de memória O negócio de smartphones, uma das principais fontes de receita da Xiaomi, foi um dos maiores pontos de pressão no trimestre.
A receita da divisão caiu 7,5%, para 42,1 bilhões de yuans , refletindo a redução dos embarques.
A alta no preço médio dos aparelhos ajudou a amortecer parte do impacto, mas não foi suficiente para evitar a queda.
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