5 vícios ao dirigir que estão destruindo o seu carro (e o seu bolso)
As autoescolas nos ensinam as regras de trânsito e o básico da mecânica de um carro para obter a carteira de motorista, mas poucas destacam os detalhes de uso do condutor para cuidar ativamente da saúde mecânica do veículo.
Com o passar do tempo e o ganho de confiança ao volante, é comum que motoristas desenvolvam manias que parecem inofensivas, mas que silenciosamente reduzem a vida útil de componentes essenciais do carro.
Manutenções preventivas e revisões periódicas são indispensáveis, mas perdem a eficiência se o comportamento diário do motorista trabalhar contra a longevidade do automóvel.
Leia Mais Palheta do carro fazendo barulho no frio? Saiba como evitar Quais são os erros que destroem o cabo do seu celular? Avião da Voepass tinha 10 falhas antes do acidente, aponta Cenipa Abaixo, confira os cinco vícios de direção mais comuns e o impacto mecânico e financeiro de cada um deles.
1.
Descansar a mão na alavanca do câmbio e o pé no pedal da embreagem Hábitos aparentemente inofensivos do dia a dia causam desgaste precoce em componentes caros do veículo e podem gerar prejuízos consideráveis na oficina. • Magnific Apoiar a mão na alavanca de marchas ou manter o pé levemente encostado no pedal da embreagem enquanto dirige são dois dos maus hábitos mais frequentes no trânsito urbano.
Mecânica: o peso do braço sobre a alavanca exerce uma pressão contínua nos seletores internos e nos anéis sincronizadores da transmissão, acelerando o desgaste do sistema de troca de marchas.
Já o pé descansando no pedal da embreagem, mesmo sem pressioná-lo até o fundo, aciona o rolamento de encosto e mantém o disco em fricção parcial com o volante do motor.
Prejuízo no bolso: o desgaste prematuro exige a troca antecipada do kit de embreagem e, em casos mais graves, a manutenção interna da caixa de câmbio.
A troca do conjunto de embreagem com mão de obra pode facilmente ultrapassar os R$ 1.500 na maioria dos modelos compactos, sendo mais custosa em veículos de categorias superiores.
2.
Descer ladeiras em ponto morto (“andar na banguela”) Hábitos aparentemente inofensivos do dia a dia causam desgaste precoce em componentes caros do veículo e podem gerar prejuízos consideráveis na oficina. • Magnific A crença de que colocar o câmbio em ponto morto nas descidas economiza combustível é um mito antigo do tempo dos motores carburado, mas que persiste até hoje.
Mecânica: nos carros modernos, equipados com injeção eletrônica, o sistema conta com a função cut-off, que corta o envio de combustível quando o veículo está engrenado e o motorista tira o pé do acelerador em um declive.
Quando colocada em ponto morto, a central eletrônica entende que o motor precisa continuar funcionando em marcha lenta e injeta combustível.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.