Quem é Sebastião Coelho, candidato ao Senado pelo Distrito Federal
O desembargador aposentado Sebastião Coelho , 71 anos, é o candidato do Novo ao Senado pelo Distrito Federal.
Ele concorre em uma chapa puro sangue com Ibi Batista e Coronel Leonardo , ambos do Novo, como suplentes.
O partido anunciou a filiação de Coelho em 2025, lançando seu nome como pré-candidato à Câmara Alta em um evento em Brasília.
Coelho nasceu em Santana do Ipanema, no sertão alagoano, em 1955.
Formado em Direito pela FMU-SP (Faculdades Metropolitanas Unidas), em 1980, desenvolveu uma trajetória profissional no Judiciário do Distrito Federal por mais de 30 anos, onde exerceu as funções de juiz e, posteriormente, desembargador do TJDFT (Tribunal de Justiça do DF e Territórios).
Em 2022, o magistrado abriu mão do cargo de vice-presidente e corregedor do TRE-DF (Tribunal Regional Eleitoral do DF) em retaliação à posse do ministro Alexandre de Moraes , que passou a ser presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) em outubro daquele ano.
Em seu site oficial, o ex-desembargador afirma que a medida foi um “ protesto em defesa da Constituição “.
Leia Mais Quem é Marley Alves, candidato ao Senado pelo Distrito Federal Quem é Ronaldo Fonseca, candidato ao Senado pelo Distrito Federal Quem é Eduardo Rennó Zanata, candidato ao Senado pelo Distrito Federal Após se aposentar, Sebastião passou a atuar como advogado, ganhando notoriedade ao defender réus envolvidos nos episódios do 8 de janeiro de 2023 .
Sebastião disputou uma única eleição quando, em 2006, concorreu a deputado distrital pelo PRB.
Ele recebeu 1.788 votos e não foi eleito.
Propostas Apesar de a principal bandeira de Coelho ser uma reforma no Poder Judiciário, com mandato máximo de 15 anos para ministros do STF, ele também se comprometeu, caso seja eleito, a destinar 100% das emendas individuais ao Distrito Federal, com total transparência, além de defender o Fundo Constitucional do DF.
O candidato ainda propõe reduzir a burocracia econômica, simplificar o sistema tributário — unificando gradualmente os impostos sobre consumo — e promover incentivos para exportação e inovação tecnológica.
Nestas eleições, o candidato declarou R$ 390 mil em bens ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) — como comparativo, ele tinha apresentado R$ 681 mil em 2006.
A mais recente relação apresentada à Justiça Eleitoral reúne uma casa, quatro veículos, frações do capital social de sua empresa de advocacia e o título de um clube.
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