Vice-prefeito de Guamiranga é indiciado por três crimes após arrancar porta de hospital
O vice-prefeito de Guamiranga , na região central do Paraná, Igor Pontarolo , foi indiciado por três crimes após arrancar a porta de um pronto-atendimento municipal e provocar danos em equipamentos e na estrutura da Secretaria de Saúde.
A Polícia Civil concluiu o inquérito que investigava o episódio, ocorrido em 20 de outubro, e apontou os crimes de dano qualificado, ameaça e desacato.
Igor Pontarolo foi indiciado por dano qualificado, ameaça e desacato após arrancar a porta de um hospital e danificar equipamentos da Secretaria de Saúde.
O inquérito foi concluído pela Polícia Civil.
Foto: Ricardo Cunha/Colaboração e Ric RECORD O inquérito policial foi encaminhado pelo Ministério Público à Promotoria de Justiça da Comarca de Imbituva, responsável também pelo município de Guamiranga, e está em análise para definição das medidas cabíveis.
O caso aconteceu depois que Pontarolo levou uma mulher que apresentava convulsões ao pronto-atendimento municipal.
Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que ele chutou e, posteriormente, arrancou a porta de acesso à área restrita da unidade.
O dano foi classificado como qualificado por ter sido praticado contra patrimônio público , uma vez que arrancou a porta da unidade de saúde.
Já a ameaça teria sido dirigida ao secretário municipal de Saúde, Lucas James de Almeida, enquanto o desacato teria sido cometido contra servidores públicos do pronto-atendimento.
Exonerado após denúncia de agressão a homem em situação de rua, chefe de vigilância é nomeado para novo cargo em Corbélia O caso aconteceu depois que Pontarolo levou uma mulher que apresentava convulsões ao hospital municipal.
Imagens de câmeras de segurança registraram a chegada do vice-prefeito com a paciente no colo e a sequência de danos à estrutura da unidade.
Defesa contesta indiciamento e afirma que vice-prefeito agiu em emergência A Banda B entrou em contato com a defesa de Igor Pontarolo, representada pelo advogado Renato Rafael Griczynski, e afirma que o episódio ocorreu em um contexto de emergência médica , diante da necessidade de garantir atendimento a uma pessoa que estaria em situação de risco.
Griczynski contesta as acusações de ameaça e desacato e afirma que o dano material já foi reparado.
A defesa também questiona a instalação da fechadura eletrônica na entrada da unidade médica.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.