sábado, 15 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Quaest: Lula tem 43% e Flávio Bolsonaro 40% no segundo turno Mangione se declara culpado por crime de CEO e arrisca prisão perpétua Protestos contra alta dos combustíveis se espalham pelo Peru; Keiko anuncia subsídio Governo Lula ouvirá empresários para decidir sobre reciprocidade contra EUA Batalha de Cuito Cuanavale: como cubanos e angolanos derrotaram o regime do apartheid Terremoto na Colômbia: governo anuncia reconstrução de 44 mil casas Estados Unidos adiam exercício militar que seria realizado perto do Brasil Japão considera impor novas sanções após Putin visitar ilhas Curilas Lula diz que vencerá EUA pela narrativa e cobra respeito de Donald Trump ‘Coreia ainda não é independente’, diz ativista no 81º aniversário do Dia da Libertação Quaest: Lula tem 43% e Flávio Bolsonaro 40% no segundo turno Mangione se declara culpado por crime de CEO e arrisca prisão perpétua Protestos contra alta dos combustíveis se espalham pelo Peru; Keiko anuncia subsídio Governo Lula ouvirá empresários para decidir sobre reciprocidade contra EUA Batalha de Cuito Cuanavale: como cubanos e angolanos derrotaram o regime do apartheid Terremoto na Colômbia: governo anuncia reconstrução de 44 mil casas Estados Unidos adiam exercício militar que seria realizado perto do Brasil Japão considera impor novas sanções após Putin visitar ilhas Curilas Lula diz que vencerá EUA pela narrativa e cobra respeito de Donald Trump ‘Coreia ainda não é independente’, diz ativista no 81º aniversário do Dia da Libertação
Brasil

Protesto para cobrança de dívidas de condomínio cresce 2.315% na Bahia

A Tarde ·
Protesto para cobrança de dívidas de condomínio cresce 2.315% na Bahia

O número de dívidas condominiais encaminhadas a protesto em cartório cresceu 2.315% na Bahia em 2025 — no Brasil, o aumento foi de 569%.

Esse movimento revela menos uma explosão da inadimplência e mais uma mudança na forma como síndicos e administradoras tentam recuperar valores em atraso.

Foram 3.405 títulos apresentados na Bahia no ano passado, ante apenas 141 em 2024.

Em valores, o total passou de R$ 664 mil para R$ 3,4 milhões, alta de 416%.

Os próprios dados dos cartórios não permitem concluir que a inadimplência condominial tenha aumentado na mesma proporção.Segundo o presidente do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil – Seção Bahia (IEPTB-BA), Claudio Pinto, o crescimento está relacionado principalmente à maior utilização do protesto como instrumento de recuperação de crédito.

O instituto não dispõe de informações sobre quantos condomínios passaram a adotar a ferramenta nem sobre a quantidade total de cotas vencidas no estado, o que seria necessário para dimensionar a evolução da inadimplência.A disseminação do mecanismo também foi estimulada pelo próprio IEPTB-BA.

A entidade tem realizado ações de aproximação com síndicos e administradoras, participado de eventos do setor e divulgado informações sobre o uso do protesto para recuperação de créditos condominiais.Na avaliação do síndico profissional Dilvânio Júnior, a busca por novos instrumentos de cobrança está ligada à necessidade de manter as contas dos condomínios equilibradas em um cenário de aumento das despesas e de maior cobrança pelo cumprimento de normas de manutenção e segurança.“Os condomínios, por necessidade de arrecadação, estão menos tolerantes com a inadimplência”, afirma.

Segundo ele, quando parte dos moradores deixa de pagar, o impacto acaba sendo distribuído entre os demais ou provoca o adiamento de despesas.

“Ou o condomínio precisa aumentar o valor da taxa condominial para cobrir a receita daqueles que não estão pagando, ou deixará de executar manutenções ou benfeitorias necessárias por falta de orçamento.”O protesto tem sido utilizado principalmente para dívidas recentes.

Júnior relata que o mecanismo funciona melhor para moradores que acumularam uma ou duas mensalidades e demoraram a regularizar a situação.

Para débitos acumulados durante vários meses, a tendência, segundo ele, ainda é recorrer à Justiça.Nos condomínios que administra, o síndico orienta que a possibilidade de protesto seja discutida previamente em assembleia e acompanhada da definição de uma régua de cobrança.

Antes do envio ao cartório, o morador recebe um prazo para quitar o débito e é submetido a cobranças administrativas.

Ler a notícia completa no A Tarde ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em atarde.com.br — o conteúdo pertence a A Tarde.

Mais de A Tarde

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›