Como ficaram os preços de soja no Brasil? Produtor segue à espera de melhora
Foto: Magnific O mercado brasileiro de soja apresentou poucos lotes negociados nesta quinta-feira (27), em meio à forte volatilidade na Bolsa de Chicago.
O analista da Safras & Mercado , Rafael Silveira, destaca que as oscilações acompanharam principalmente o fluxo do óleo de soja e a pressão da demanda sobre as exportações da nova safra norte-americana.
Apesar da volatilidade, a soja encerrou o dia com leves ganhos em Chicago.
Os prêmios tiveram pequenos ajustes, enquanto o dólar registrou ganhos tímidos.
“Houve algumas oportunidades via porto nos melhores momentos de tela”, destaca Silveira.
De maneira geral, porém, o físico registrou poucas negociações.
Segundo o analista, houve poucas ofertas por parte dos vendedores, que agora aguardam preços ainda melhores.
No mercado físico, as cotações apresentaram movimentos distintos entre as principais praças brasileiras: Passo Fundo (RS): subiu de R$ 148,50 para R$ 150,00 Santa Rosa (RS): subiu de R$ 149,50 para R$ 151,00 Cascavel (PR): manteve em R$ 146,00 Rondonópolis (MT): manteve em R$ 141,00 Dourados (MS): caiu de R$ 138,00 para R$ 137,00 Rio Verde (GO): manteve em R$ 142,00 Paranaguá (PR): seguiu R$ 157,00 Rio Grande (RS): os preços foram de de R$ 157,50 para R$ 158,00 Chicago Os contratos futuros da soja fecharam em leve alta na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), nesta quinta-feira, dia de muita volatilidade.
Na parte da manhã e pouco antes do final da sessão, um movimento de realização de lucros pressionou as cotações.
Mas a demanda firme e o desempenho de outros mercados garantiram uma alta moderada.
As exportações semanais norte-americanas consistentes foram responsáveis pela reação.
As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 73.900 toneladas na semana encerrada em 13 de agosto.
O Egito liderou as compras, com 105.000 toneladas.
Para a temporada 2026/27, foram mais 2.478.300 toneladas.
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