Rússia mata oito em ataques na Ucrânia, incluindo clínica de maternidade
Oito pessoas morreram em ataques russos com drones e mísseis contra a Ucrânia nesta quinta-feira (24), incluindo duas em Kiev e seis na região de Kharkiv, no nordeste do país, segundo autoridades ucranianas.
Na capital, duas pessoas morreram e outras oito ficaram feridas.
Os ataques atingiram uma clínica de maternidade, prédios residenciais, infraestrutura energética e instalações logísticas, segundo o presidente Volodymyr Zelensky.
Nove casas, uma agência dos Correios, armazéns e dezenas de carros também foram danificados.
Parte da fachada, janelas e portas da clínica de maternidade foram destruídas.
Nenhum paciente ou profissional de saúde ficou ferido, segundo as autoridades.
Leia Mais Ataques russos contra a Ucrânia deixam pelo menos dois mortos Drones da Ucrânia atingem Rússia em ataque mais letal dos últimos dois anos Ucrânia lança centenas de drones em um dos maiores ataques contra a Rússia Na região de Kharkiv, seis pessoas morreram e outras 12 ficaram feridas após um ataque russo atingir uma instalação de armazenamento de vegetais em uma fazenda, de acordo com promotores.
A Força Aérea ucraniana informou que a ofensiva durante a madrugada envolveu 282 drones , além de um número não especificado de mísseis hipersônicos e balísticos e outras armas.
“Enquanto as pessoas dormiam, clarões das explosões iluminaram o céu”, afirmou Zelensky em uma publicação no Telegram.
O presidente ucraniano, que estava em Nova York para a Assembleia Geral da ONU, afirmou que a Rússia voltou a ter como alvos Kiev e infraestrutura civil.
Zelensky também disse que a falta de pressão suficiente sobre Moscou permite que os ataques continuem e pediu que os Estados Unidos forneçam interceptadores de mísseis balísticos para proteger a população.
A Rússia afirmou que suas forças atingiram instalações de defesa ucranianas, centros de logística e telecomunicações e embarcações utilizadas pelos militares.
Em Odesa, no sul da Ucrânia, ataques russos durante a madrugada danificaram uma unidade médica e quebraram janelas de casas e de uma escola próxima, segundo Serhiy Lysak, chefe da administração militar da região.
Os ataques também tiveram impactos fora da Ucrânia.
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