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Rockfeller aposta em turmas menores para ampliar aprendizado, diz fundador

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Rockfeller aposta em turmas menores para ampliar aprendizado, diz fundador

Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Turmas menores e foco na participação do aluno ajudam na aprendizagem de inglês e na prática de conversação, afirma André Belz, sócio-fundador da Rockfeller Franchising, no Divã de CNPJ , do Canal UOL .

Segundo Belz, a decisão de limitar as salas a até oito alunos busca ampliar o tempo de participação de cada estudante e equilibrar a rentabilidade das turmas com a qualidade do ensino.

A gente tem como premissa que o aluno participe o máximo possível da aula. Para você aprender um idioma, no caso nosso que é o inglês, que é o foco, é igual você querer ficar forte: você tem que praticar. No inglês, aquisição de língua se dá com prática. Como que a gente vai aprender a falar um segundo idioma se eu estou numa sala com 15, 20 alunos? Eu tenho uma hora de aula. Quanto que dá para cada aluno participar? André Belz

Belz diz que turmas menores também ajudam no nivelamento, já que, mesmo quando os alunos estão no mesmo estágio, cada um tem um ritmo de fluência diferente. Para ele, o desafio é equilibrar o negócio com a entrega pedagógica.

Existe uma tentação muito grande nesse meio de falar: 'Se eu botar 15 alunos na turma, eu vou ganhar mais dinheiro?'. Vai ganhar mais dinheiro, mas vai ensinar menos, vai ensinar mal. Desde o dia um, trabalhar com turmas que são no máximo oito alunos em volta de uma mesa é para proporcionar um ambiente mais favorável à conversa. André Belz

O fundador afirma que o formato "face to face" acontece literalmente em torno de uma mesa, em vez de carteiras tradicionais. A ideia, diz, é criar um ambiente mais propício para diálogos e situações parecidas com as do dia a dia.

A gente trabalha com muitas dinâmicas voltadas para conversação, os nossos 'diálogos inteligentes'. Dentro de uma conversa, você cria situações reais, mais próximas do dia a dia, para que o aluno se veja dentro de um contexto e consiga responder. Mesmo que ele responda um pouquinho errado, o professor ajusta, mas é o processo de comunicação que está em jogo. André Belz

Na frente do negócio, Belz diz que a rede orienta franqueados a abrir turmas com 3 a 4 alunos para que o grupo seja "minimamente rentável" e para não perder interessados que querem começar logo. Ele afirma que, no início, uma escola começa sem alunos e pode avançar gradualmente para 30, 50, 80 ou 100 estudantes conforme a operação cresce. Quando chega à faixa de 400 a 500 alunos, afirma, a unidade passa a ter mais turmas preenchidas e maior disponibilidade de horários.

Belz também define o posicionamento da Rockfeller como "premium acessível". Segundo ele, a mensalidade média fica em torno de R$ 400, mas o preço é definido de acordo com a realidade de cada mercado. Há franquias que cobram R$ 600, enquanto em outras localidades o valor chega a R$ 320.

Novos episódios do videocast sobre empreendedorismo apresentado por Facundo Guerra ficam disponíveis às quintas no Canal UOL na TV, no YouTube e nas plataformas de áudio. Assista ao programa completo com André Belz, sócio-fundador da Rockfeller Franchising:

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em economia.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Economia.

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