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Nubank, BTG Pactual e Banco do Brasil: os gringos já escolheram onde investir, agora só falta o gatilho certo para apertar compra

Seu Dinheiro ·

O investidor estrangeiro não está comprando ações do Brasil em peso, mas está longe de ignorar as possibilidades locais.

Essa é a principal conclusão de uma rodada recente de reuniões realizada pelos analistas do Bradesco BBI com gestores institucionais dos Estados Unidos.

Segundo relatório do banco, os investidores demonstraram interesse pelo país, mas o posicionamento das carteiras continua predominantemente neutro.

Muitos gringos estão acompanhando os ativos brasileiros de perto enquanto aguardam um gatilho mais convincente para aumentar as apostas.

Os institucionais chegaram a escolher setores e ações para alocar, mas ainda têm dúvidas sobre o ritmo da desaceleração econômica, da trajetória da inflação e do momento em que o Banco Central cortará os juros de forma mais consistente.

LEIA TAMBÉM: Itaú, Bradesco ou Banco do Brasil: BofA escolhe seu favorito na B3 — e deixa uma ação de escanteio O que falta ao Brasil? O principal gatilho, segundo o relatório, é a queda da taxa Selic .

Os investidores tentam entender se a economia brasileira está mesmo entrando em um processo mais consistente de desaceleração, condição necessária para que a inflação perca força e abra espaço para um novo ciclo de corte nos juros.

A projeção do Bradesco BBI é que a Selic encerre 2027 em 11% ao ano .

Mas o mercado ainda não comprou totalmente essa tese.

Os participantes das reuniões citaram inflação, câmbio e preços de petróleo e combustíveis como os principais riscos capazes de adiar ou reduzir o ritmo dos cortes de juros.

Ou seja, a aposta de que a desaceleração da economia permitirá uma Selic menor no futuro existe, mas ainda não há convicção suficiente para justificar um aumento agressivo de exposição às ações.

CONFIRA: Juros cada vez menores: Copom corta Selic para 13,75% e não sinaliza próximos passos, embora mercado espere mais cortes Por trás dessa cautela está uma preocupação adicional: a desaceleração da atividade será ordenada ou poderá se transformar em uma freada brusca da economia? Há também uma preocupação entre os gringos de o remédio se tornar veneno.

O relatório afirma que eles demonstram receio com o ritmo de desaceleração diante da redução dos estímulos fiscais e da perda de força da expansão do crédito.

Bancos e instituições financeiras no topo Os gringos têm suas preferências e elas se restringem quase totalmente às instituições financeiras.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.seudinheiro.com — o conteúdo pertence a Seu Dinheiro.

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